Mercado fechado
  • BOVESPA

    108.976,70
    -2.854,30 (-2,55%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.668,64
    -310,36 (-0,60%)
     
  • PETROLEO CRU

    74,69
    -1,59 (-2,08%)
     
  • OURO

    1.749,20
    -4,80 (-0,27%)
     
  • BTC-USD

    16.222,37
    -267,47 (-1,62%)
     
  • CMC Crypto 200

    381,06
    -1,59 (-0,42%)
     
  • S&P500

    4.026,12
    -1,14 (-0,03%)
     
  • DOW JONES

    34.347,03
    +152,93 (+0,45%)
     
  • FTSE

    7.486,67
    +20,07 (+0,27%)
     
  • HANG SENG

    17.573,58
    0,00 (0,00%)
     
  • NIKKEI

    28.168,95
    -114,08 (-0,40%)
     
  • NASDAQ

    11.684,00
    -98,75 (-0,84%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,6174
    -0,0070 (-0,12%)
     

Confiança da indústria do Brasil cai em outubro ao menor nível desde março, diz FGV

Carros recém-produzidos em estacionamento de fábrica em São Bernardo do Campo, SP

SÃO PAULO (Reuters) - A confiança da indústria no Brasil despencou em outubro e atingiu o nível mais fraco desde março, com piora tanto da avaliação da situação atual quanto das expectativas, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quinta-feira.

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) teve queda de 3,8 pontos na comparação com o mês anterior, de acordo com os dados da FGV, chegando a 95,7 pontos, no segundo recuo seguido e pior resultado desde março de 2022.

O Índice de Situação Atual (ISA), que mede o sentimento dos empresários sobre o momento presente do setor industrial, recuou 4,5 pontos e foi a 96,4 pontos, segundo a FGV o menor nível desde julho de 2020, quando o Brasil ainda estava em lockdown.

"Há uma piora das avaliações sobre a situação atual influenciada por uma percepção de redução da demanda interna e externa, aumento do nível de estoques e ainda dificuldades na obtenção de insumos por alguns segmentos", explicou em nota Stéfano Pacini, economista do FGV IBRE.

O Índice de Expectativas (IE), indicador da percepção sobre os próximos meses, teve por sua vez queda de 3,0 pontos, para 95,0 pontos, no resultado mais fraco desde março deste ano.

"Há uma piora das expectativas que pode estar relacionada a uma desaceleração global prevista e um cenário econômico brasileiro que considera uma inflação acima da meta para 2023 e por isso uma política mais contracionista", completou Pacini.

Em agosto, a indústria brasileira voltou a registrar queda na produção, de 0,6%, com destaque para as perdas em produtos derivados de petróleo, segundo os dados mais recentes do IBGE.

(Por Camila Moreira)