Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.363,10
    -56,43 (-0,05%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.714,60
    -491,99 (-0,94%)
     
  • PETROLEO CRU

    82,15
    -0,51 (-0,62%)
     
  • OURO

    1.798,00
    -0,80 (-0,04%)
     
  • BTC-USD

    58.744,41
    -1.778,90 (-2,94%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.406,02
    -68,31 (-4,63%)
     
  • S&P500

    4.551,68
    -23,11 (-0,51%)
     
  • DOW JONES

    35.490,69
    -266,19 (-0,74%)
     
  • FTSE

    7.253,27
    -24,35 (-0,33%)
     
  • HANG SENG

    25.628,74
    -409,53 (-1,57%)
     
  • NIKKEI

    29.098,24
    -7,77 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    15.619,25
    +32,00 (+0,21%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,4242
    -0,0299 (-0,46%)
     

Confiança do consumidor recua 6,5 pontos em setembro, diz FGV

·1 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 02.12.2020 - Movimentação de consumidores pela região da rua 25 de Março, em São Paulo. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 02.12.2020 - Movimentação de consumidores pela região da rua 25 de Março, em São Paulo. (Foto: Rivaldo Gomes/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - O Índice de Confiança do Consumidor (ICC), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 6,5 pontos na passagem de agosto para setembro deste ano. Com isso, o indicador atingiu 75,3 pontos, em uma escala de zero a 200 pontos, o menor patamar desde abril deste ano (72,1 pontos).

As informações são da Agência Brasil.

Houve piora tanto na percepção dos consumidores brasileiros sobre as expectativas em relação aos próximos meses e quanto em relação à situação atual. O Índice de Situação Atual caiu 1 ponto, para 68,8 pontos. Já o Índice de Expectativas recuou 9,8 pontos, para 81,1 pontos.

“A confiança dos consumidores brasileiros caiu expressivamente em setembro, confirmando a interrupção da tendência de recuperação iniciada em abril, após a segunda onda de covid-19. A queda foi determinada pela combinação de fatores que já vinham afetando a confiança em meses anteriores, como a inflação e desemprego elevados, e de novos fatores, como o risco de crise energética e o aumento da incerteza econômica e política com impacto mais acentuado sobre as expectativas em relação aos próximos meses”, afirma a pesquisadora da FGV Viviane Seda Bittencourt.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos