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Confiança do consumidor nos EUA aumenta em fevereiro, diz universidade

André Mizutani

Coronavírus foi mencionado por 8% de todos os consumidores consultados em fevereiro para descrever os motivos por trás das suas expectativas, revela a pesquisa A confiança do consumidor americano aumentou em fevereiro, conforme levantamento da Universidade do Michigan divulgado nesta sexta-feira. O indicador que mede esse sentimento ficou em 101 pontos no período, ante 99,8 em janeiro. A leitura ficou ligeiramente acima da expectativa dos analistas consultados por "Wall Street Journal", de alta a 100,8 pontos.

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O índice de condições econômicas atuais subiu para 114,8 pontos em fevereiro, após se situar em 114,4 da leitura anterior, enquanto o indicador referente às expectativas dos consumidores passou para 92,1 pontos, ante 90,5 pontos na medição de janeiro.

"O coronavírus foi mencionado por 8% de todos os consumidores consultados em fevereiro para descrever os motivos por trás das suas expectativas. No entanto, na segunda e na terça-feira, os dois últimos dias da pesquisa de fevereiro, 20% das pessoas mencionaram o coronavírus devido à queda acentuada dos preços dos ativos e dos alertas do [Centro de Controle e Prevenção de Doenças] sobre a potencial ameaça doméstica do vírus", disse o economista-chefe responsável pelo levantamento, Richard Curtin.