Mercado abrirá em 9 h 36 min
  • BOVESPA

    110.235,76
    +1.584,71 (+1,46%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.808,21
    +566,41 (+1,20%)
     
  • PETROLEO CRU

    91,77
    -0,16 (-0,17%)
     
  • OURO

    1.801,00
    -12,70 (-0,70%)
     
  • BTC-USD

    24.309,89
    +1.393,37 (+6,08%)
     
  • CMC Crypto 200

    573,44
    +42,22 (+7,95%)
     
  • S&P500

    4.210,24
    +87,77 (+2,13%)
     
  • DOW JONES

    33.309,51
    +535,11 (+1,63%)
     
  • FTSE

    7.507,11
    +18,96 (+0,25%)
     
  • HANG SENG

    19.929,53
    +318,69 (+1,63%)
     
  • NIKKEI

    27.819,33
    -180,63 (-0,65%)
     
  • NASDAQ

    13.441,75
    +49,75 (+0,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,2397
    -0,0067 (-0,13%)
     

Confiança do consumidor no Brasil sobe em julho, mas perde ritmo, mostra FGV

Consumidores fazem compras em feira do Rio de Janeiro

Por Camila Moreira

SÃO PAULO (Reuters) - A confiança dos consumidores brasileiros voltou a subir em julho, porém a um ritmo bem mais fraco do que no mês anterior, uma vez que permanece a incerteza em relação à situação financeira das famílias de menor poder aquisitivo, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas divulgados nesta segunda-feira.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV teve no mês avanço de 0,50 ponto, chegando a 79,5 pontos, depois de ter saltado 3,5 pontos em junho, o que segundo a FGV indica acomodação do índice.

"Aparentemente, o efeito dos estímulos realizados pelo governo perde força e não consegue reverter a percepção ruim da situação financeira das famílias de menor poder aquisitivo", explicou em nota a coordenadora das sondagens, Viviane Seda Bittencourt.

Ela destacou, no entanto, melhora das perspectivas para os próximos meses sobre economia e emprego.

"Esse movimento, contudo, é exatamente oposto para os consumidores de maior poder aquisitivo... A proximidade das eleições pode tornar as expectativas mais voláteis, considerando que não há uma perspectiva de mudança dos fatores econômicos nos próximos meses", completou.

O Índice de Situação Atual (ISA) teve recuo de 0,1 ponto e ficou em 70,3, enquanto o Índice de Expectativas (IE) subiu 0,7 ponto e alcançou 86,6 pontos, maior nível desde agosto de 2011.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos