Mercado fechado
  • BOVESPA

    114.064,36
    +1.782,08 (+1,59%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.464,27
    +125,93 (+0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,24
    -0,06 (-0,08%)
     
  • OURO

    1.742,80
    -36,00 (-2,02%)
     
  • BTC-USD

    44.743,12
    +1.390,14 (+3,21%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.119,18
    +10,26 (+0,92%)
     
  • S&P500

    4.448,98
    +53,34 (+1,21%)
     
  • DOW JONES

    34.764,82
    +506,50 (+1,48%)
     
  • FTSE

    7.078,35
    -5,02 (-0,07%)
     
  • HANG SENG

    24.510,98
    +289,44 (+1,19%)
     
  • NIKKEI

    29.639,40
    -200,31 (-0,67%)
     
  • NASDAQ

    15.296,00
    +132,50 (+0,87%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2250
    +0,0162 (+0,26%)
     

Confiança do consumidor no Brasil cai em agosto pela primeira vez em 5 meses, diz FGV

·1 minuto de leitura
Centro do Rio de Janeiro

SÃO PAULO (Reuters) - A confiança do consumidor no Brasil recuou em agosto pela primeira vez desde março deste ano, com desemprego, inflação e temores sobre a disseminação da variante Delta do coronavírus elevando as dúvidas entre várias faixas de renda, mostraram dados da Fundação Getulio Vargas nesta quarta-feira.

O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da FGV recuou 0,4 ponto em agosto, para 81,8 pontos, patamar considerado baixo em termos históricos. Essa foi a primeira queda desde março, quando o indicador teve leitura de 68,2.

Em agosto, o Índice de Situação Atual (ISA) recuou 1,1 ponto, a 69,8 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) teve variação positiva de 0,1 ponto, a 90,9.

"Há maior dificuldade entre os consumidores de menor poder aquisitivo, que enfrentam uma combinação de desemprego e inflação elevados e o e crescimento do endividamento nos últimos meses", explicou em nota Viviane Seda Bittencourt, coordenadora das sondagens.

Paralelamente, a confiança dos consumidores de maior poder aquisitivo também recuou em agosto, "possivelmente em função do aumento da incerteza em relação à pandemia com o avanço da variante Delta no país, ao adicionar dúvidas quanto ao ritmo possível de crescimento econômico nos próximos meses", afirmou Bittencourt.

Segundo a FGV, a análise por faixas de renda mostrou piora generalizada da confiança, exceto para os consumidores com renda entre 2.100,01 e 4.800,00 reais, cujo indicador foi a uma máxima desde dezembro de 2020.

(Por Luana Maria Benedito)

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos