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Confederação de Hipismo marca eleições após determinação da Justiça

·3 min de leitura

A Confederação Brasileira de Hipismo (CBH) marcou a data das suas eleições, após determinação da Justiça. O pleito acontecerá no dia 23 de dezembro, no Rio de Janeiro, mas os eleitores (federações e atletas da comissão) também podem votar de forma remota. A disputa, que teria apenas uma chapa, teve uma reviravolta e terá agora duas candidaturas.

A eleição será disputada por Fernando Sperb e Bárbara Laffranchi, como presidente e vice (no pleito passado eles disputaram com os cargos invertidos), contra o presidente da federação de Santa Catarina, Claudio Gastão da Rosa Filho, e o presidente da federação baiana, Josenildo Oliveira. Até então, Gastão e Oliveira eram aliados de Sperb e Bárbara, mas romperam com a dupla.

— Percebemos que houve uma mudança no rumo do grupo que era formado em torno da Bárbara, alijando principalmente algumas Federações fora do eixo Paraná- São Paulo, que entendemos prejudicava os interesses gerais das demais Federações e entidades equestres no Brasil. Tanto é assim, que até alteração na formatação da outra chapa se confirmou. Nosso compromisso sempre foi e sempre será com o esporte. Por isso, eu e o Oliveira resolvemos junto com um grupo muito unido lançar nossa candidatura — contou Gastão.

Fernando Sperb contou que a chapa é a mesmo e que a substituição foi “meramente formal”. Ele também alegou que ele e Bárbara, desde o princípio, estabeleceram que a gestão deles, caso eleitos, será colegiada. Ele também contou que ficou surpreso com a apresentação da chapa formada pelos presidentes das federações de Santa Catarina e Bahia.

— De Santa Catarina foi com muita surpresa (que recebeu a informação da formação da chapa), certamente gerada por interesses políticos, pretensões pessoais e para angariar voto. É uma pena que o esporte seja foco de interesse pessoal e político, mas a Bárbara e eu nos manteremos firmes com o propósito de trabalharmos pelo e para o hipismo, se formos eleitos, em todas as regiões geográficas e em todas as modalidades hípicas — contou Sperb.

Eleição para na Justiça

A eleição na CBH estava sub Judice desde novembro do ano passado, quando deveria ter acontecido, mas não foi realizada porque foram encontradas irregularidades nas documentações das duas chapas que concorreriam. Foi marcada então uma nova data, no dia 29 de janeiro, quando houve confusão.

Uma das chapas, comandada por Bárbara Laffranchi, alegou uma série de irregularidades, como impedimento de eleitores de votarem. A chapa se retirou da assembleia oficial e realizou outra votação, com a presença de uma tabeliã, em que obteve maioria dos votos de federações e cavaleiros. Entretanto, como essa votação não era a oficial, a outra chapa, encabeçada por Kiko Mari foi oficialmente eleita.

A chapa de Bárbara entrou na Justiça e conseguiu que nova uma eleição fosse marcada, onde os votos dos eleitores que não puderam participar fossem computados. O pleito aconteceu em maio, com vitória dela. Porém, ela ganhou, mas não levou. Uma hora antes da eleição ter acontecido, um desembargador do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro derrubou a decisão de primeira instância que determinou as eleições.

Renúncia

No meio de todo esse imbróglio, Kiko Mari, renunciou ao cargo pouco mais de seis meses após ser eleito, e o vice, João Loyo, assumiu. Ele alegou “motivos de foro íntimo” e que a abdicação era “em prol de um projeto maior”.

A situação abriu uma nova crise dentro da CBH. A chapa de Bárbara encomendou um parecer jurídico, em que afirmava que uma nova eleição deveria ser convocada. Loyo também elaborou um parecer que afirmava o contrário.

Nova eleição

No dia 28 de outubro, o juiz João Marcos Fantinato, da 34ª Vara Cível do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, deu decisões em dois processos, em que determinou a anulação da eleição e a realização de novo pleito. As sentenças de Fantinato afirmavam que a nova eleição deveria acontecer de acordo com as regras do estatuto.

A CBH recorreu, mas o desembargador César Cury, da 11ª Câmara Cível, alegou que as decisões estavam “bem fundamentadas”. Desde então, Loyo decidiu não recorrer mais e dar prosseguimento a nova eleição.

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