Mercado fechado
  • BOVESPA

    99.605,54
    -1.411,42 (-1,40%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    38.001,31
    -244,55 (-0,64%)
     
  • PETROLEO CRU

    38,81
    -0,76 (-1,92%)
     
  • OURO

    1.907,70
    -4,20 (-0,22%)
     
  • BTC-USD

    13.619,56
    +13.619,56 (+0,00%)
     
  • CMC Crypto 200

    270,32
    +9,03 (+3,46%)
     
  • S&P500

    3.390,68
    -10,29 (-0,30%)
     
  • DOW JONES

    27.463,19
    -222,19 (-0,80%)
     
  • FTSE

    5.728,99
    -63,02 (-1,09%)
     
  • HANG SENG

    24.787,19
    -131,59 (-0,53%)
     
  • NIKKEI

    23.485,80
    -8,54 (-0,04%)
     
  • NASDAQ

    11.534,75
    -53,25 (-0,46%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,7181
    +0,0776 (+1,17%)
     

Condições ainda são restritivas para países emergentes como o Brasil, diz Campos Neto

Estevão Taiar
·1 minuto de leitura

Na avaliação do presidente do BC, o país possui "fundamentos econômicos desfavoráveis" José Cruz / Agência Brasil As condições financeiras "ainda são restritivas para países emergentes com fundamentos econômicos desfavoráveis", afirmou nesta quarta-feira o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto. Nesse grupo de fundamentos desfavoráveis, está o Brasil, na avaliação do presidente da autoridade monetária. Em 'webinar' promovido pela Americas Society/Council of the Americas, ele separou os emergentes em dois grupos. Naquele que tem fundamentos desfavoráveis, além do Brasil, estão Turquia, África do Sul, Colômbia, México e Índia. Nesse caso, a relação média entre a dívida bruta e o Produto Interno Bruto (PIB) é de 61,1%. No segundo grupo, que tem condições mais favoráveis, estão Malásia, Indonésia, Polônia, Chile e Rússia, com relação média de dívida/PIB de 35,7%. Ainda em relação à economia global, Campos destacou que o aumento de provisão para perdas nos Estados Unidos e na Europa "ainda sugere cautela". A inflação mundial, por sua vez, apresenta de forma geral aumento nos preços de alimentos e educação. No caso do Brasil, o presidente do BC reforçou que o país tem "recuperação parcial da atividade" e que os setores mais afetados pelo distanciamento social, como os serviços, "permanecem deprimidos".