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“Condição absurda” da Tesla agora também define valor do seguro no Texas

·2 min de leitura

Lembra da “condição absurda” que a Tesla exigiu como requisito obrigatório aos motoristas interessados em desembolsar mais de R$ 54,5 mil para contar com o Autopilot e o pacote Full Self-Driving (FSD) a partir de outubro? Pois é. Ela está de volta e agora ajudará a definir o preço que será cobrado pelo seguro dos modelos da marca.

A companhia não quer mais saber se o motorista é homem, mulher, idoso, novato ou mesmo se tem prêmios acumulados por não ter se envolvido em sinistros nos contratos vigentes anteriormente. A Tesla utilizará o comportamento do motorista, mensurado em tempo real, para estipular o valor da apólice.

“Ao contrário de outros produtos telemáticos ou de seguros baseados no uso, a Tesla não requer a instalação de um dispositivo adicional em seu veículo. A Tesla usa recursos específicos dentro do veículo para avaliar seu prêmio com base em sua direção real. Você fará pagamentos mensais com base no seu comportamento ao dirigir, em vez de fatores tradicionais, como crédito, idade, sexo, histórico de sinistros e registros de direção usados ​​por outras seguradoras”, explicou a empresa.

Imagem: Milan Csizmadia/Unsplash
Imagem: Milan Csizmadia/Unsplash

A novidade, a princípio, será utilizada apenas no estado do Texas, nova casa da montadora do bilionário Elon Musk. De acordo com o Electrek, o anúncio foi feito pelo próprio Musk durante uma reunião com os acionistas da companhia há alguns dias. E as cotações já estão disponíveis para donos dos modelos S, 3, X e Y que moram na região.

As métricas da “condição absurda”

Para quem ainda não está tão inteirado sobre o assunto, aqui vão os principais pontos que serão analisados na tal “condição absurda” estipulada pela Tesla para o uso do Full Self-Driving e, agora, para definir o valor da apólice de seguro dos quatro modelos citados.

  • Avisos de colisão direta por 1,6 mil quilômetros (equivalente a mil milhas);

  • Frenagem forte;

  • Curvas agressivas;

  • Distância insegura dos outros veículos;

  • Desengate forçado do piloto automático.

Quem conseguir cumprir os cinco pontos listados pela Tesla terá, de acordo com a fabricante, descontos progressivos na apólice de seguro. Eles terão variações entre 20% e 40% para os motoristas considerados médios e entre 30% e 60% para os que tiverem pontuações mais seguras.

Uma pontuação segura, de acordo com os critérios da Tesla, é de 90 pontos. Segundo a montadora, o sistema ainda está em fase beta de testes, mas logo deve sair do Texas e ganhar mais terreno dentro dos Estados Unidos.

Fonte: Canaltech

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