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Conclusão do ensino superior promove alta de 135% em participação na faixa de renda acima de R$ 5 mil

·4 min de leitura

Uma pesquisa de Empregabilidade apontou crescimento de 135% na renda após conclusão do ensino superior. O estudo foi feito com mais de 8.500 egressos e alunos de gradução do país, pelo Instituto Semesp. Comprando os rendimentos dos egressos que trabalham atualmente e que possuíam renda antes de concluir o curso de graduação, foi constatada uma melhora significativa nas quantias recebidas mensalmente. Antes de concluir o curso de nível superior, apenas 2,9% recebiam acima de R$ 5 mil. Já após a conclusão do curso, esse percentual saltou para 26%.

Também é possível identificar o percentual de migração entre as faixas de rendimento mensal antes e depois da conclusão do curso de graduação. Entre os que recebiam uma renda de até R$ 1 mil mensais antes de terminar o curso, 91,4% apresentaram rendimento em uma faixa de renda superior (acima de R$ 1 mil). Já entre os que recebiam uma renda de R$ 2 mil a R$ 3 mil mensais antes de terminar o curso, 66,8% apresentaram rendimento em uma faixa de renda acima de R$ 3 mil.

Também por isso, para mais de 82,2% dos graduados, houve alguma melhoria na vida pessoal ou profissional após o diploma. Entre as melhorias listadas pelos egressos de instituições privadas, 24,9% citaram melhorias salariais; 19,9% ingressaram em uma pós-graduação e 33% conseguiram o primeiro emprego ou um novo emprego dentro da área de formação. Já entre os egressos de instituições públicas, 39,8% ingressaram em um curso de pós-graduação e 42,7% conseguiram o primeiro emprego ou um novo emprego na área de formação.

Empregabilidade

Os dados apontam ainda que para 78,8% dos egressos em instituições privadas e 77,8% em públicas, a graduação foi importante para ingressar no mercado de trabalho. Graduados há menos tempo, no entanto, têm mais dificuldade para conseguir emprego. Entre os que ainda não conseguiram o primeiro emprego formal, 64,4% são recém-formados (conclusão do curso em 2019, 2020 ou 2021) impactados diretamente pela pandemia da Covid-19.

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Mesmo assim, para Rodrigo Capelato, diretor executivo do Semesp, a pesquisa reforça que vale a pena investir em um curso superior, ainda que nos momentos de retração da atividade econômica:

— O diploma de graduação é uma maneira de blindar o profissional, deixando-o menos vulnerável aos efeitos econômicos.

Os cursos que apresentaram maior percentual de egressos desempregados há mais de um ano foram Serviço Social e Engenharia Civil. Os cursos com maior percentual de desempregados no período de pandemia (há menos de um ano) foram Estética e Cosmética e Gestão de Pessoas.

Os cursos de saúde e relacionados à informática, como Medicina e Engenharia da Computação, foram os que apresentaram maior percentual de egressos que estavam trabalhando na área de formação.

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Já os cursos com maior percentual de egressos que trabalham em uma área diferente da formação são Relações Internacionais e Gestão Financeira.

Ao separar os que trabalham em uma área diferente por opção e por falta de oportunidade, os cursos com maior percentual de respondentes são Logística e Relações Internacionais, respectivamente.

Perfil dos egressos

De acordo com a pesquisa, a maioria dos egressos do ensino superior que respondeu a pesquisa pertence ao sexo feminino (62,5%) e 55,2% estão na faixa etária de 25 a 34 anos.

Veja também:

Aproximadamente 66,5% dos egressos se autodeclararam brancos, o que representa mais que o dobro do número de concluintes da cor parda ou preta. Ao analisar separadamente os egressos com graduação e pós-graduação, essa diferença é ainda maior. Pouco mais de 2% dos egressos respondentes possuem algum tipo de deficiência.

Do total de respondentes, 15% concluíram a graduação em uma instituição de ensino superior pública, 45,1% concluíram em uma instituição privada com algum auxílio (bolsa ou financiamento) e 39,9% concluíram em uma instituição privada sem nenhum tipo de ajuda.

Perfil dos alunos

A maioria dos alunos pertence ao sexo feminino: 59,7% dos alunos de cursos presenciais e 57,6% dos alunos de cursos EAD. Há uma diferença significativa entre as idades dos alunos de cursos presenciais e EAD. Enquanto os estudantes de cursos presenciais são mais jovens (71,6% possuem até 29 anos), as idades dos alunos do EAD estão mais distribuídas (63,9% possuem 30 anos ou mais).

O estudo também perguntou, de forma facultativa, qual a cor do aluno. Entre os que responderam, a maioria é da cor branca: 50,5% dos alunos de cursos presenciais e 43,4% de cursos EAD.

Primeiro da família a ingressar no ensino superior

A maioria dos alunos discorda da afirmação de que foi o primeiro membro da família a ingressar no ensino superior. O percentual é maior na rede pública, onde apenas 23,2% dos alunos respondentes concordam, parcial ou totalmente, com a afirmação apresentada. Indiferente da rede e da modalidade, há também uma diferença entre os percentuais de alunos por cor/raça que concordam com a afirmação: indígena (55%), preta (43,8%), parda (42,6%), amarela (34,8%) e branca (31,4%).

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