Mercado fechará em 5 h 50 min
  • BOVESPA

    121.380,26
    -1.135,48 (-0,93%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.788,52
    -80,96 (-0,16%)
     
  • PETROLEO CRU

    69,33
    -1,93 (-2,71%)
     
  • OURO

    1.816,40
    -5,80 (-0,32%)
     
  • BTC-USD

    38.544,84
    -1.177,88 (-2,97%)
     
  • CMC Crypto 200

    939,57
    -3,87 (-0,41%)
     
  • S&P500

    4.373,59
    -13,57 (-0,31%)
     
  • DOW JONES

    34.753,64
    -84,52 (-0,24%)
     
  • FTSE

    7.080,50
    -1,22 (-0,02%)
     
  • HANG SENG

    26.194,82
    -40,98 (-0,16%)
     
  • NIKKEI

    27.641,83
    -139,19 (-0,50%)
     
  • NASDAQ

    14.901,50
    -51,25 (-0,34%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2539
    +0,1098 (+1,79%)
     

Concessões de crédito somam R$ 1,1 tri de março até 19 de junho, diz Febraban

·2 minuto de leitura

Indivíduos e pequenas empresas representam R$ 44,5 bilhões (em parcelas suspensas) desse total As concessões de crédito entre o início de março e 19 de junho somam R$ 1,116 trilhão, colocando na conta contratações de novas operações, renovações de contratos e suspensão de parcelas, segundo dados da Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Marcos Santos/USP Imagens Foram renegociados 11,3 milhões de contratos com pagamentos em dia, representando R$ 666,4 bilhões em saldo e R$ 80,9 bilhões em parcelas suspensas. As prorrogações de prestações de pessoas físicas e jurídicas contemplam períodos que vão de 60 a 180 dias, dependendo do banco e da modalidade, e começaram a ser oferecidas pelas instituições financeiras em 16 de março. Indivíduos e pequenas empresas representam R$ 44,5 bilhões (em parcelas suspensas) desse total, segundo a Febraban. As suspensões, argumentam os bancos representam alívio de caixa imediato para os tomadores. Os dados também apontam aumento que as concessões de crédito com recursos livres a pessoas jurídicas subiram de 43,4% na média diária por dia útil no intervalo que vai de 16 de março a 19 de junho deste ano quando comparadas com os meses de março a junho de 2019, totalizando R$ 9,503 bilhões. A Febraban atribuiu a alta à forte demanda das empresas por recursos bancários no início da crise para fazer caixa, ao mesmo tempo em que o mercado de capitais e as linhas externas secaram. Não foram abertos os dados de concessões a pessoas físicas, mas a entidade disse que se nota uma esperada retração da demanda. “As ações do setor bancário têm se traduzido em medidas concretas de alívio financeiro para ajudar o país a enfrentar este momento dificílimo e a fazer a travessia. Vamos continuar agindo para retomarmos mais à frente a trajetória de crescimento. Fizemos concessões robustas de mais de R$ 1,1 trilhão em crédito, incluindo recursos novos, renovações e postergação de parcelas e, ainda, conseguimos fazer isso com taxas de juros e spreads menores do que os que tínhamos antes do início da crise”, afirmou, em nota ao Valor, o presidente da Febraban, Isaac Sidney Ferreira.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos