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Concentração bancária cai em 2020 com menor participação de bancos públicos

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**ARQUIVO**BRASÍLIA, DF, 24.02.2021 - O presidente Jair Bolsonaro e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. (Foto: Raul Spinassé/Folhapress)
**ARQUIVO**BRASÍLIA, DF, 24.02.2021 - O presidente Jair Bolsonaro e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central. (Foto: Raul Spinassé/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A participação dos cinco maiores bancos do país no mercado de crédito caiu em 2020, mas o grupo ainda concentra 68,5% do mercado de crédito brasileiro, segundo relatório divulgado pelo BC (Banco Central) nesta segunda-feira (7).

O percentual leva em conta também o setor não bancário, que engloba fintechs de crédito e cooperativas, por exemplo.

Quando se considera apenas o setor bancário, as grandes instituições possuem 79,2% das operações, queda de 1,5 ponto em relação a 2019.

Os cinco maiores bancos do país são Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica, Santander e Itaú.

De acordo com o documento, os bancos públicos perderam participação no crédito. O Banco do Brasil, a Caixa e o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) reduziram a participação de 48,9% em 2018 para 42,8% em 2020.

Segundo o BC, a fatia foi distribuída entre instituições menores.

"Tal fato denota que a redução da participação dos principais bancos públicos se deu, em parte, vis-à-vis o aumento da participação de instituições que não se encontram entre as cinco maiores instituições, o que contribui para o incremento das condições concorrenciais quando se considera exclusivamente os índices de concentração", disse o texto.

"Especificamente em relação ao segmento de crédito rural, tanto para pessoas físicas quanto jurídicas, a concentração vem declinando, refletindo um aumento de participação dos demais bancos comerciais e múltiplos e das cooperativas de crédito. Em contraste, no segmento de crédito imobiliário, a CEF manteve a sua participação no patamar de 70%", completou.

A concentração também caiu no saldo depositado em contas-correntes por clientes. Em 2020, os cinco maiores bancos tinham 67% dos depósitos, 2,8 ponto percentual a menos que no ano anterior.

O relatório mostra que embora o crédito tenha encolhido no início da pandemia de Covid-19, os programas emergenciais do governo para empresas impulsionaram o mercado no segundo semestre.

"O crédito para as famílias recuou acentuadamente no segundo bimestre de 2020, em linha com a queda no consumo, principalmente nas modalidades de cartão de crédito à vista e financiamento de veículos. Na sequência, ocorreu a retomada na contratação dessas modalidades ao longo do ano", afirmou o documento.

Além disso, houve alta nas contratações de financiamento imobiliário com a queda da taxa básica de juros (Selic).

"A taxa média de juros das novas operações de crédito diminuiu ao longo de 2020, refletindo os efeitos da redução na taxa básica de juros e das medidas anticíclicas de suporte às operações de crédito, que deram liquidez aos bancos e possibilitaram a manutenção da inadimplência em níveis baixos", destacou o estudo.

A carteira de crédito do sistema financeiro encerrou 2020 em R$ 4 trilhões, R$ 600 bilhões a mais que no fim de 2019, o equivalente a um aumento de 15,6%.

No período, o estoque de crédito às empresas aumentou 21,8% e para as famílias, 11,2%.

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