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Comunicação não-violenta: por que saber escutar é fundamental

Fernando Rocha
·1 minuto de leitura

Quando duas pessoas se comunicam, é normal assumir que uma entenda o que a outra está falando. Mas entre o falar, o ouvir e o entender, existe um imenso leque de possibilidades de comunicação e também de conflitos. Desentendimentos, brigas, dificuldades que poderiam ser amenizadas com o uso da chamada comunicação não-violenta. Quem fala mais sobre isso no ‘É Normal?’ desta semana é a escritora e psicanalista Elisama Santos.

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Se essas pessoas tiverem uma relação de proximidade e intimidade, aí que as coisas podem se complicar. “A proximidade faz com que as pessoas tenham muitos sentimentos envolvidos”, começa Elisama. “Na maior parte das vezes, a pessoa pede coisas ao outro sem ter consciência do que está pedindo e sem pensar se o outro pode realmente dar”.

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A profissional explica que muitas vezes a necessidade de ser ouvido ou ser amado ignora a capacidade do outro de demonstrar da maneira que se pede.

“Nessa relação de tanta proximidade, existem tantos sentimentos envolvidos que se a pessoa não parar, respirar e humanizar quem está por perto, aquele senso de obrigação cobre tudo”, continua Elisama.

Entenda mais sobre comunicação não-violenta no vídeo acima!

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