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Compra do material escolar: veja como economizar e não cair em ciladas

Extra
·4 minuto de leitura
Foto: Leo Martins / Agência O Globo

A cada início de ano, quem tem crianças em idade escolar dentro de casa assume o ritual: ir às compras para garantir o material escolar. Mas, em um cenário tão diferente (visto que no ano passado, as aulas começaram antes da chegada do coronavírus ao país), janeiro de 2021 pode trazer novidades. O Procon-RJ, por exemplo, emitiu uma recomendação às instituições de ensino da rede privada lembrando a escola de prestar conta do material que não foi utilizado no ano anterior em virtude da pandemia ou, se possível, permitir sua utilização em 2021, compensado assim os custos com a lista de material atual.

Se a escola não for proativa, adotando a medida, os pais devem entrar em contato com a instituição. Vale também lembrar da situação econômica do país e das dificuldades financeiras da família, se houver, para tentar enxugar a lista de novas compras. Isso sem prejudicar as atividades de aprendizagem da criança, é claro.

Como a Lei estadual 8.991/2020 garantiu a opção pelo ensino remoto, quando da retomada das aulas presenciais, até que seja oficialmente disponibilizada a vacina ou anunciado um medicamento eficaz contra a Covid-19, as famílias que assim preferirem também devem atentar para possíveis diferenças nas listas de materiais pedidos pela escola para cada modalidade. Todos os estabelecimentos de ensino devem adaptar uma lista para a possibilidade do ensino remoto.

Com essas definições, bastará seguir as dicas do Procon-RJ, da Serasa e da Cuponomia, que o EXTRA traz abaixo, para economizar e não cair em ciladas. Problemas encontrados e violações de direitos podem ser denunciados ao Procon-RJ, pelo aplicativo.

Veja as dicas

Pesquisa - Principalmente na internet, é possível comparar os preços dos produtos com agilidade antes de fechar a compra. E essa é uma etapa básica para conseguir qualquer economia.

Custo total - Analisando uma amostra de 20 produtos da lista de material escolar, o portal Cuponomia, que reúne cashback e cupons de desconto para compras on-line, concluiu que livros, cadernos, borrachas e canetas, entre outros produtos, podem sair até 50% mais baratos em papelarias e lojas virtuais em comparação com os preços oferecidos nas lojas físicas. Mas, para economizar de fato, é importante levar em consideração também o valor do frete para a entrega dos produtos.

Avaliação - Como as escolas tiveram de se adaptar ao novo cenário que a pandemia trouxe, talvez um item ou outro tenha mudado em relação às listas tradicionais. Não compre automaticamente o que acha que será pedido. Avalie antes a lista.

Veja ainda:

Reutilização - Antes de ir às compras, verifique o que já tem em casa e pode ser reaproveitado. Além disso, entre em contato com as famílias de outros estudantes, oferecendo troca ou compra de materiais de anos anteriores.

Prioridades- Se está com dificuldades financeiras para comprar todo o material listado, pergunte à escola quais itens são essenciais e quais podem ser cortados, sem prejudicar o aprendizado da criança, ou comprados no segundo semestre.

O que não pode - A compra de itens que não são escolares e que não fazem parte da execução do plano pedagógico, como materiais de escritório, de ornamentação da escola, de higiene e limpeza, ou de uso coletivo deve estar prevista nos custos já embutidos no valor da mensalidade. Portanto, se itens de uso comum aparecerem na lista de material escolar, o consumidor deve questionar à escola.

Marcas - É proibido à instituição de ensino exigir e definir a marca dos itens da lista, bem como condicionar a compra dos materiais a determinado estabelecimento, à loja específica, salvo uniforme e materiais didáticos próprios da escola.

Benefícios - Sites como o Cuponomia e Méliuz reúnem códigos e vouchers de desconto e cashback para usar em grandes varejistas. Além disso, algumas formas de pagamento em sites dão dinheiro de volta, como o Ame. E os benefícios podem ser cumulativos.

Reunião - O contato com outras famílias também pode ser feito para comprar em grande quantidade e pechinchar. Editoras podem dar abatimentos em livros didáticos. E o contato mais próximo, ainda que por telefone, com papelarias pode ajudar com os outros itens.

Conversa - Conversar com a criança sobre as possibilidades financeiras é essencial. Definam juntos em que itens a ordem será economizar e quais itens o estudante poderá escolher, com qual verba.