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'Compra de mansão não é pauta para Conselho de Ética', diz presidente do colegiado no Senado

Paulo Cappelli
·2 minuto de leitura

Após o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos) comprar uma mansão em Brasília, parlamentares de partidos de oposição como PT, PSOL e Rede reforçaram, nesta quarta-feira, o pedido de abertura de um processo contra Flávio no Conselho de Ética do Senado — o pleito original havia sido protocolado em 2019, por conta da suposta prática de "rachadinha" quando era deputado estadual. O presidente do colegiado, senador Jayme Campos (DEM-MT), contudo, avalia que a aquisição do imóvel de cerca de R$ 6 milhões não configura motivo para abertura de processo.

— A mera compra de uma mansão não é pauta para Conselho de Ética. Se há alguma irregularidade nisso, cabe à Receita Federal apurar, não ao órgão do Senado. Com relação à denúncia protocolada em 2019, eu enviei toda a documentação para a Advocacia-Geral do Senado, que é o órgão que deve se manifestar sobre o assunto. Por conta da pandemia e da resolução de número 7 do Senado, os trabalhos acabaram sendo prejudicados e, até hoje, não recebi nenhum retorno sobre esse assunto. Só posso tomar providências quando receber essa manifestação — afirmou Jayme Campos ao EXTRA.

Nesta quarta, senadores de PT, PSOL e Rede pleitearam, junto a Campos e junto ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), a abertura do processo contra Flávio no Conselho de Ética, que está parado desde 2019.

— A compra da mansão de R$ 6 milhões, incompatível com os salários de um senador, torna ainda mais urgente a abertura do processo protocolado em 2019. Estou há dez anos (atuando) em Brasília e não vejo como é possível essa equação, a compra de uma mansão desse tipo — disse Randolfe Rodrigues (Rede-AP), líder da oposição no Senado.

Em vídeo publicado em suas redes, Flávio defendeu a legalidade da aquisição:

"Vendi um imóvel que eu tinha no Rio, vendi uma franquia que eu possuía, também no Rio, e dei entrada numa casa aqui em Brasília. A maior parte do valor dessa casa está sendo financiada num banco, numa taxa que foi aprovada conforme meu rendimento familiar, como qualquer pessoa no Brasil pode fazer", disse.