Mercado fechado
  • BOVESPA

    98.672,26
    +591,91 (+0,60%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    47.741,50
    +1.083,62 (+2,32%)
     
  • PETROLEO CRU

    107,06
    +2,79 (+2,68%)
     
  • OURO

    1.828,10
    -1,70 (-0,09%)
     
  • BTC-USD

    21.389,73
    -95,20 (-0,44%)
     
  • CMC Crypto 200

    462,12
    +8,22 (+1,81%)
     
  • S&P500

    3.911,74
    +116,01 (+3,06%)
     
  • DOW JONES

    31.500,68
    +823,32 (+2,68%)
     
  • FTSE

    7.208,81
    +188,36 (+2,68%)
     
  • HANG SENG

    21.719,06
    +445,19 (+2,09%)
     
  • NIKKEI

    26.491,97
    +320,72 (+1,23%)
     
  • NASDAQ

    12.132,75
    +395,25 (+3,37%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,5524
    +0,0407 (+0,74%)
     

Companhias aéreas estudam ir à Justiça contra taxa de poluição que será cobrada no aeroporto de Guarulhos

***ARQUIVO*** GUARULHOS, SP, 29.10.2021 - Movimento no terminal 3 do aeroporto internacional de Guarulhos. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)
***ARQUIVO*** GUARULHOS, SP, 29.10.2021 - Movimento no terminal 3 do aeroporto internacional de Guarulhos. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Companhias aéreas estudam entrar na Justiça para contestar a taxa de poluição que será cobrada a partir de 2023 dos aviões que pousam e decolam no aeroporto internacional de Guarulhos, segundo Dany Oliveira, diretor-geral da IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) no Brasil.

Aprovada no município na semana passada, a chamada TAP (Taxa de Preservação Ambiental) visa mitigar os impactos ambientais da poluição atmosférica e do barulho das turbinas, segundo a prefeitura. Ela incide sobre o peso total da aeronave aferido antes da decolagem.

O setor vem criticando a medida e já divulgou manifestação contrária.

"Este projeto de lei é um retrocesso para a aviação brasileira que está em um momento de recuperação após grande queda durante a pandemia", afirma Oliveira.

Ele diz que a cobrança da TAP poderia gerar um custo anual de, pelo menos, R$ 185 milhões para as companhias áreas, considerando uma média de 140 mil decolagens por ano em 2019, e cerca de 80 toneladas por voo doméstico e 200 toneladas por voo internacional.

O diretor da IATA argumenta que as empresas aéreas já trabalham com a diminuição da pegada de carbono com o compromisso de eliminar a emissão até 2050. Sendo assim, já estariam comprometidas com ações de preservação ambiental, foco da TAP.

No atual cenário de recuperação do setor aéreo, somado à disparada no valor dos combustíveis, Dany avalia que as companhias aéreas não conseguiriam absorver esta nova cobrança. A TAP também chega no momento em que o governo discute a mudança na política de despacho de bagagem, criticada pelo setor.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos