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Como testar pilhas antigas ou com pouca energia

Encontrar pilhas antigas perdidas no fundo de caixas ou gavetas não é nada incomum, mas muitas vezes é difícil saber o quanto de carga ainda está restando. Como itens do tipo não possuem um indicativo visual que mostra se eles estão cheios ou vazios, existe um método bastante tradicional para que essa informação seja obtida, e o Canaltech de explica qual é.

O que é o teste do quique?

Carga de pilhas pode ser testada com "teste do quique", mas precisão é limitada (Imagem: Reprodução/Isa Electronique)
Carga de pilhas pode ser testada com "teste do quique", mas precisão é limitada (Imagem: Reprodução/Isa Electronique)

Para ter a noção de carga de uma pilha, basta soltá-la levemente a alguns centímetros de altura em relação a uma superfície lisa. Não é recomendado derrubar a pilha de uma posição muito alta, já que pode causar danos físicos a ela, além de atrapalhar os resultados do experimento.

O posicionamento correto do teste tem o lado positivo da pilha voltado para cima — ou seja, a ponta que tem uma pequena protuberância. O lado negativo (e portanto mais liso) ficará na parte de baixo e fará o contato direto com a superfície.

Além disso, é importante evitar que o experimento seja feito em mesas ou bancadas de madeira, ou outros materiais mais flexíveis. A rigidez da superfície escolhida é diretamente proporcional ao nível de precisão dos resultados.

Caso o produto permaneça na posição vertical, é provável que ainda tenha uma quantidade de carga armazenada considerável. Desta forma, a pilha ainda poderá ser usada em diversos dispositivos como controles remotos, periféricos e vários outros.

Entretanto, se a pilha tombar para o lado, talvez seja a hora de comprar uma nova. Mesmo assim, é válido repetir os testes algumas vezes para ter total certeza de que a carga está em seu final — também é recomendado comparar os resultados com pilhas cuja carga já seja conhecida, estando cheias ou vazias.

Mas por que isso acontece?

Pilhas ou baterias acumulam óxido de zinco na parte interna, que forma uma substância com propriedades semelhantes a minúsculas molas, e portanto mais suscetíveis a “quiques”. Componentes mais novos possuem melhor capacidade de absorção deste impacto, por isso a pilha é capaz de permanecer em pé.

Entretanto, existe uma diferenciação importante a ser feita. Pilhas que caem para o lado não estão necessariamente vazias: é possível que o fenômeno químico tenha acontecido de forma parcial, mas ainda com alguma porcentagem de carga restante.

Por isso, o método de soltar a pilha não pode ser considerado 100% confiável. Para obter resultados mais precisos, é necessário utilizar aparelhos especializados.

Medindo carga com multímetro ou testador

Multímetro precisa ser ajustado de acordo com a escala de voltagem (Imagem: SIMON Electronics)
Multímetro precisa ser ajustado de acordo com a escala de voltagem (Imagem: SIMON Electronics)

Pessoas que se encontram nas situações descritas anteriormente com muita frequência podem aproveitar as utilidades de um multímetro. Dispositivos do tipo são encontrados em lojas diversas por menos de R$ 50, mas modelos mais avançados também estão disponíveis por valores mais altos.

Para configurar o multímetro, basta girar o seletor até a parte de corrente contínua, que pode estar representada por uma letra V junto a duas linhas: uma contínua e outra tracejada.

Alguns modelos ainda exigem a seleção da escala de medição — nestes casos, é preciso escolher a menor voltagem possível, contanto que seja maior do que a indicada na lateral da pilha. Por exemplo, se a pilha for de 1,5 V, a opção de 2.000 mV (2V) será a mais otimizada.

Na sequência, os cabos do multímetro precisam ser encostados nos dois lados da pilha. A ponta vermelha vai no lado positivo, enquanto a preta fica no negativo — não é preciso se preocupar com choques elétricos.

Se as etapas forem seguidas corretamente, um valor numérico aparecerá no display LCD. Caso esse algarismo seja igual ao mostrado na lateral da pilha, significa que ela está cheia.

Entretanto, valores menores podem indicar que é hora de trocar a pilha. Esta relação não é linear, ou seja, números maiores que zero também podem indicar que não há mais carga suficiente.

Testador de pilhas tem funções mais limitadas, mas é ainda mais fácil de usar (Imagem: Loja do Mecânico)
Testador de pilhas tem funções mais limitadas, mas é ainda mais fácil de usar (Imagem: Loja do Mecânico)

Existe um aparelho ainda mais específico para testar a carga de pilhas. Trata-se do testador, que é um dispositivo composto por duas partes principais: um compartimento para pilhas de diferentes tamanhos, e um indicador visual com ponteiro apontado para as cores verde, amarelo ou vermelho.

Seu uso é bastante intuitivo: basta ligar o equipamento, posicionar a pilha e identificar onde o ponteiro para. Se ficar no vermelho, é hora de arrumar uma nova pilha.

Fonte: Canaltech

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