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Como seu telefone pode prever sintomas de depressão?

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Como seu telefone pode prever sintomas de depressão?
Como seu telefone pode prever sintomas de depressão?

A depressão afeta 16 milhões de americanos e 322 milhões de pessoas em todo o mundo, segundo a National Alliance on Mental Illness e a World Health Organization. A instauração da pandemia da Covid-19 está escancarando a predominância da depressão na população em geral.

O estudo publicado na edição online de junho de 2021 da Nature Translational Psychiatry, evidenciou que pesquisadores da Escola de Medicina da Universidade da Califórnia – em San Diego – usaram uma combinação de modalidades, como medição da função cerebral, para gerar previsões individualizadas de depressão.

Com o aprendizado de máquina e a abordagem personalizada, foi possível considerar vários fatores relacionados aos sintomas subjetivos de um indivíduo, como: sono, exercícios, dieta alimentar, estresse, desempenho cognitivo e atividade cerebral .

“Existem diferentes razões e causas subjacentes para a depressão”, revelou Jyoti Mishra, Ph.D., autor sênior do estudo e professor assistente do Departamento de Psiquiatria da UC San Diego School of Medicine.

Leia mais:

Durante um mês, o estudo coletou dados de 14 participantes com depressão usando aplicativos de smartphones para medir as variáveis ​​de humor e estilo de vida de sono, exercícios, dieta e estresses. Depois, emparelhou com avaliações cognitivas e eletroencefalografia, através de eletrodos no couro cabeludo para registrar a atividade cerebral.

O objetivo não era fazer comparações entre indivíduos, e sim modelar os preditores das flutuações diárias de cada pessoa no humor deprimido. Por exemplo, exercícios e ingestão diária de cafeína surgiram como fortes impactantes no humor para um participante, porém, para outro, foi o sono e o estresse que foram mais relevantes.

“Nosso estudo mostra que podemos usar a tecnologia e ferramentas que estão prontamente disponíveis, como aplicativos de telefone celular, para coletar informações de indivíduos com ou em risco de depressão, sem um fardo significativo para eles e, em seguida, aproveitar essas informações para criar planos de tratamento personalizados “, concluiu.

Fonte: Medical Xpress

Depressão e ansiedade: a pandemia mudou nossa saúde mental

No início, a pandemia do coronavírus apareceu apenas como uma quarentena e se alastrou pelo mundo causando sequelas na saúde mental das pessoas. De acordo com o Relatório de Felicidade Mundial de 2021, o contexto fez com que houvesse um grande e imediato declínio no psicológico de muitos países do mundo.

Por mais que a saúde mental tenha melhorado após o choque inicial, o relatório adverte que “uma proporção significativa de pessoas tinha saúde mental [em 2020] que era persistente e significativamente menor do que antes do Covid-19.”

Para saber mais, acesse a reportagem no Olhar Digital.

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