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Como remover informações pessoais da Internet

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Qualquer pessoa que utiliza a internet, seja com variados serviços ou mesmo só navegando na internet, está tendo seus dados pessoais registrados em algum nível pelos buscadores de informações ou pelas empresas responsáveis pelas aplicações que estejam sendo usadas — o que pode ser algo que incomode indivíduos que querem ter suas privacidades totalmente sobre controle.

Esses dados pessoais podem chegar a internet de muitas formas, desde o compartilhamento através de redes sociais até por meio de análises de empresas sobre a atividade online dos usuários de seus serviços. As maneiras mais comuns utilizadas para organizações coletarem essas situações são as seguintes:

  • Através de suas redes sociais e outros perfis online;

  • Através de bancos de dados de data brokers;

  • Através dos rastros que você deixa enquanto navega na Internet;

  • Como resultado de violações de dados.

Mas mesmo com todas essas formas, usuários que se incomodam com essa situação podem diminuir essa relativa quebra de privacidade através de algumas medidas virtuais que visam apagar a chamada “pegada digital” de usuários (apagar históricos e informações sensíveis armazenadas na internet). Listamos alguns dos principais métodos a seguir:

Como eliminar dados online

Revise e exclua contas online antigas

Com a internet já fazendo parte do dia a dia de tantas pessoas a quase duas décadas, é importante que os usuários do ambiente digital tenham noção que todas as contas de diferentes serviços, podendo ser desde jogos virtuais simples até e-mail, armazenam informações de suas vidas — mesmo que já tenham sido abandonadas a anos.

Um exemplo citado pela Avast, em especial, mostra bem a urgência da situação: o Tumblr, mesmo que não seja mais tão popular quanto já foi em 2014, conta com mais de 65 milhões de usuários registrados — o que poderia tornar um vazamento de credenciais de acesso algo urgente e preocupante caso os afetados utilizem situações parecidas em serviços mais recentes.

Por isso, a recomendação é que usuários procurem contas antigas na internet e revisem seus conteúdos — e, em muitos casos, até mesmo excluí-las, caso essa possibilidade esteja aberta pelos provedores. Pode ser um processo trabalhoso, mas sua segurança digital agradecerá.

Revise configurações de privacidade de suas contas ativas

Focando a atenção em contas usadas ativamente pelos usuários, a recomendação para controlar dados pessoais é de revisar as configurações de privacidade nos serviços. Essas opções, normalmente disponibilizadas nos menus de segurança de redes sociais como o Twitter e o Facebook, permitem que as pessoas possam definir o que quer ou não que as empresas controladoras possam coletar e monetizar referente as suas atividades online.

Para configurações mais gerais, deixar a conta em rede social privada, ou seja, com acesso somente para seguidores, é uma boa pedida, evitando que terceiros que você não confia tenham acesso publicamente a suas postagens — embora, de qualquer forma, elas ainda estarão na internet, sendo recomendável usuários tomarem cuidado com isso.

Pedido de remoção do Google

<em>O formulário para remoção de conteúdo do <a class="link " href="https://canaltech.com.br/empresa/google/" rel="nofollow noopener" target="_blank" data-ylk="slk:Google">Google</a>. (Imagem: Captura de Tela/Dácio Augusto/Canaltech)</em>
O formulário para remoção de conteúdo do Google. (Imagem: Captura de Tela/Dácio Augusto/Canaltech)

Com os constantes vazamentos de dados de diversos serviços online, é comum que pessoas compilem as informações disponibilizadas ilegalmente e as deixem acessíveis em sites que podem aparecer em resultados de busca do Google. A big tech, porém, conta com uma ferramenta que permite usuários solicitarem a remoção do conteúdo.

Esse método não garante a remoção completa, já que o processo envolve análise do Google sobre o conteúdo — mas pode levar a limitação do alcance dele, por exemplo. Além disso, caso removidos, eles ainda podem aparecer em pesquisas de cache da plataforma de busca, que podem ser também denunciadas a big tech por meio da Ferramenta de Conteúdo Desatualizado.

Optar contra vendedores de dados (data brokers)

Existem alguns sites, como Spokeo, White Pages e PeopleFinder, que disponibilizam informações pessoais de usuários de internet, desde o nome até endereço, por exemplo, para empresas que desejem comprar esses dados para marketing direcionado. Entrando nessas páginas, é possível solicitar a remoção de seu nome delas, permitindo assim que esses data brokers não as utilizem em negociações.

Gerenciar a privacidade de dados nos aplicativos de smartphone através de configurações do usuário.

<em>Smartphones e seus aplicativos também trazem riscos de segurança virtual para os usuários. (Imagem: Reprodução/Rawpixel/Envato)</em>
Smartphones e seus aplicativos também trazem riscos de segurança virtual para os usuários. (Imagem: Reprodução/Rawpixel/Envato)

Os smartphones também podem ser importantes fontes de coleta de dados privados. Para impedir que eles compartilhem mais que devem, é importante ir até às configurações do aparelho (ou ajuste, no caso dos produtos da Apple), e checar as permissões de cada um dos aplicativos instalados. É bem possível que nesse processo que o usuário encontre alguns programas que ele nem utiliza mais — nesse momento, a recomendação é que eles sejam excluídos.

Limpar cookies e histórico do navegador

Por fim, a última medida de segurança recomendada para proteção dos usuários é limpar cookies e histórico de navegadores de internet, sejam eles no computador ou no dispositivo móvel. Os cookies, em especial, são utilizados para rastrear atividades digitais, com toda vez que novos são aceitos por alguém, mais informações dessa pessoa podendo ser disponibilizadas virtualmente.

Por isso, a limpeza desses dados é importante, principalmente de forma rotineira dessa forma, fazendo com que os cookies aceitos tenham menos tempo para coletar e distribuir informações do usuário.

Fonte: Canaltech

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