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Como a NASA está atualizando a rede Deep Space Network para missões futuras?

·3 minuto de leitura

Na semana passada, a NASA trouxe novidades sobre o trabalho de atualização da rede Deep Space Network (DSN), que poderá aprimorar a comunicação com naves distantes e atender às necessidades das novas missões espaciais. A rede, atualmente formada por 12 antenas de rádio, vem atuando como a espinha dorsal da comunicação para as missões da agência espacial desde 1963 e, agora, a equipe por trás dela está implementando melhorias que vão ajudar no futuro da exploração do espaço.

Criada no fim da era Apollo, a DSN conta com três instalações no mundo: uma em Madrid (Espanha), com quatro antenas de rádio; uma em Goldstone (EUA), com somente uma antena principal; e mais três em Camberra (Austrália). Juntas, elas proporcionam cobertura mundial e permitem que qualquer nave explorando regiões distantes da Terra fique quase sempre visível a pelo menos uma das antenas. Assim, para atender as necessidades das novas missões, que geram maiores quantidades de dados do que acontecia no passado, a NASA está trabalhando em melhorias na rede.

Mapa da distribuição da Deep Space Network pelo mundo (Imagem: Reprodução/NASA)
Mapa da distribuição da Deep Space Network pelo mundo (Imagem: Reprodução/NASA)

Uma delas aconteceu neste ano, quando a “família DSN” recebeu um novo membro: a antena Deep Space Station 56 (DSS-56), de 34 m, que foi instalada em Madrid. Esta nova estrutura é capaz de usar todas as frequências de comunicação da rede assim que ficou online, de modo que pode se comunicar com todas as missões às quais a DSN dá apoio. Após iniciar as operações da DSS-56, a equipe concluiu 11 meses de atualizações críticas na Deep Space Station 43 (DSS-43), da Austrália.

Esta é a única do hemisfério Sul que tem um transmissor com potência suficiente e na frequência certa para enviar comandos à sonda Voyager 2, lançada em 1977 e que, hoje, já alcançou o espaço interestelar. Com os novos transmissores e atualizações de equipamento, a DSS-43 poderá atender a rede por décadas — é o que diz Brad Arnold, gerente da DSN. “A atualização da DSS-43 foi uma grande conquista, e estamos a caminho de cuidar as próximas duas antenas em Goldstone e Madrid”, comentou. “E continuamos entregando novas antenas para atender a demanda crescente — tudo isso durante a pandemia”.

A DSN vem dando suporte a 39 missões e há mais de 30 outras em desenvolvimento para se juntar a essa lista. É por isso que a equipe está trabalhando para aumentar a capacidade das antenas e implementar melhorias que possam ajudar a avançar na exploração espacial no futuro. “A capacidade é uma grande pressão e nosso programa de aprimoramento das antenas vai realmente ajudar nisso”, disse Michael Levesque, vice-diretor da DNS. Segundo ele, a expectativa é ampliar a rede para que tenha 14 antenas. Essas melhorias se tornaram realidade graças a um novo protocolo de funcionamento do sistema.

A antena DSS56, instalada em Madrid, é o mais novo membro da rede DNS (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)
A antena DSS56, instalada em Madrid, é o mais novo membro da rede DNS (Imagem: Reprodução/NASA/JPL-Caltech)

Durante grande parte da história da DSN, cada complexo era operado localmente. Agora, com o protocolo “Follow the Sun”, o controle da rede é alternado em turnos, de modo que, ao fim do dia, o comando vai para o próximo complexo. A redução de custos proporcionada permitiu as melhorias nas antenas e trouxe também mais cooperação internacional entre os complexos. “Cada local trabalha com os outros não somente nos momentos de troca, mas também na manutenção e como as antenas funcionam a cada dia”, disse Levesque. “Nós realmente nos tornamos uma rede de operação global”.

Fonte: Canaltech

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