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Como é ter 11 astronautas a bordo da ISS ao mesmo tempo? Onde eles dormem?

Danielle Cassita
·3 minuto de leitura

No momento, a Estação Espacial Internacional (ISS) está bastante agitada com os 11 astronautas a bordo: entre eles, estão os quatro tripulantes da missão Crew-1, que voltariam para casa neste sábado, mas o mau tempo impedirá esse retorno, que ainda não tem data para acontecer. Além deles, temos também os quatro astronautas da Crew-2, que chegaram ao laboratório orbital na semana passada e, por fim, há os três astronautas que voaram com o veículo Soyuz MS-18. Contudo, a ISS tem somente sete dormitórios; então, onde toda essa turma está dormindo no laboratório orbital?

Por enquanto, estão a bordo os astronautas Michael Hopkins, Victor Glover, Shannon Walker, todos da NASA, e Soichi Noguchi, da missão Crew-1, que irão retornar em breve. Junto deles, há Shane Kimbrough, Megan McArthur, Akihiko Hoshide e Thomas Pesquet, da Crew-2. Eles estão junto dos cosmonautas e Oleg Novitskiy e Pyotr Dubrov e do astronauta Mark Vande Hei, que voaram com a Soyuz MS-18. A última vez que houve 11 astronautas na ISS foi em 2010, quando chegaram os cinco membros da Expedição 22 e, depois, os seis do ônibus espacial Endeavour.

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De fato, o grupo de astronautas a bordo é grande, mas já houve mais tripulantes a bordo: durante o programa dos ônibus espaciais, por exemplo, a ISS chegou a comportar 13 astronautas devido a duas missões lançadas em 2009 e uma em 2012, quando um veículo foi lançado com sete tripulantes e se acoplou à ISS, que já tinha outros seis. Aquela foi a maior quantidade de tripulantes vivendo de uma só vez na estação, que tem o espaço parecido com o de uma casa com cinco quartos.

Desde abril, a estação tem sete dormitórios permanentes, que são espaços particulares para os astronautas dormirem e trabalharem durante a estadia a bordo, além de proporcionar um pouco de privacidade para eles ao longo do período em órbita. Estes espaços são divididos entre os módulos da estação: o módulo Harmony, dos Estados Unidos, tem quatro dormitórios, enquanto o Columbus, da Europa, possui somente um. Por fim, o módulo russo Zvezda tem mais dois dormitórios.

Porém, pode acontecer de haver mais astronautas a bordo da estação do que a quantidade de dormitórios disponíveis. Nesse caso, os tripulantes trabalham em conjunto com os controladores de voo para identificar lugares temporários para “acampar” durante suas missões. Geralmente, os dormitórios improvisados ficam em módulos com menor atividade durante a estadia da tripulação, como a trava de ar Quest ou o módulo japonês Kibo.

Os veículos acoplados nas portas da ISS atualmente (Imagem: Reprodução/NASA)
Os veículos acoplados nas portas da ISS atualmente (Imagem: Reprodução/NASA)

Outra opção é aproveitar as espaçonaves acopladas à estação: atualmente, a ISS conta com duas espaçonaves Crew Dragon acopladas, junto de uma nave cargueira Cygnus e os veículos russos Progress 77, de abastecimento, e o Soyuz MS-18, que levou os astronautas da Expedição 65. Assim, o comandante Mike Hopkins vem usando a Crew Dragon como dormitório há seis meses, porque, quando a Crew-1 chegou ao laboratório, já havia outros três tripulantes por lá, somando um total de sete membros a bordo. O problema é que, naquele momento, a estação contava somente com seis dormitórios.

Portanto, como comandante da missão, coube a ele se voluntariar para buscar outra opção de acomodação, que acabou sendo a cabine da Crew Dragon. Segundo Hopkins, essa era uma prática comum entre os comandantes dos ônibus espaciais, que usavam as cabines dos veículos como dormitório. Quando chegar o momento do retorno da Crew-1, a ISS ficará com os membros da Crew-2 e da Expedição 65, seguindo o esquema de rotação garantindo que haja sempre astronautas e cosmonautas por lá.

Fonte: Canaltech

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