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Commodities em queda compensam dólar e limitam piora da inflação

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(Bloomberg) -- A forte queda das commodities está evitando que a disparada recente do dólar deteriore ainda mais as perspectivas do mercado para a inflação brasileira.

O índice Bloomberg de commodities caiu mais de 17% desde o seu pico mais recente, em 9 de junho. A baixa é mais pronunciada do que a alta do dólar contra o real no mesmo período, de 10%. Mesmo com o câmbio pressionado, a baixa das commodities permitiu que a inflação implícita nos preços dos títulos para dois anos se mantenha em torno dos 6,5% nos últimos dias, abaixo do pico recente de mais de 7%.

Se a queda das commodities for sustentável, este será um fator positivo para a inflação no Brasil ao longo do ano, diz Olga Yangol, chefe de pesquisa de mercados emergentes do Credit Agricole.

Além da queda das commodities, o corte de impostos sobre combustíveis também melhora as expectativas inflacionárias, mas apenas no curto prazo, diz Andres Abadia, economista-sênior da Pantheon Macroeconomics.

“A inflação vai cair rapidamente no curto prazo, mas receios fiscais ampliados vão evitar que o real se recupere, o que significa que as pressões inflacionárias vão permanecer elevadas num futuro previsível´´, diz Abadia. “O Copom vai continuar de mãos atadas nos próximos trimestres´´.

Leia mais: Mercado prevê 1ª deflação desde a pandemia com corte de impostos

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