Mercado fechará em 2 h 54 min
  • BOVESPA

    107.453,98
    -1.487,70 (-1,37%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    50.539,89
    -1.059,49 (-2,05%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,15
    -1,99 (-2,34%)
     
  • OURO

    1.834,80
    +3,00 (+0,16%)
     
  • BTC-USD

    34.148,23
    -1.156,80 (-3,28%)
     
  • CMC Crypto 200

    779,71
    -30,89 (-3,81%)
     
  • S&P500

    4.287,62
    -110,32 (-2,51%)
     
  • DOW JONES

    33.595,91
    -669,46 (-1,95%)
     
  • FTSE

    7.310,33
    -183,80 (-2,45%)
     
  • HANG SENG

    24.656,46
    -309,09 (-1,24%)
     
  • NIKKEI

    27.588,37
    +66,11 (+0,24%)
     
  • NASDAQ

    14.103,00
    -323,50 (-2,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,2166
    +0,0266 (+0,43%)
     

Comissão que investiga invasão ao Capitólio intima quatro gigantes das redes sociais

·2 min de leitura
O logo Twitter em um celular (AFP/Olivier DOULIERY)

O comitê do Congresso que investiga a invasão ao Capitólio em 6 de janeiro de 2021 intimou nesta quinta-feira (13) YouTube, Facebook, Twitter e Reddit para pedir-lhes registros que detalhem o uso das redes sociais no ataque.

Foram enviadas intimações à matriz do YouTube, Alphabet (Google); à matriz do Facebook, Meta; e outros dois, em busca de registros que pudessem ajudar a explicar "como a difusão de desinformação e o extremismo violento contribuíram para o ataque violento contra a nossa democracia", confirmou Bennie Thompson, presidente do comitê que investiga o ataque.

O comitê que deve estabelecer a responsabilidade de Donald Trump e seus apoiadores no ataque ao Capitólio afirmou ter convocado as gigantes das redes sociais devido a "respostas insuficientes" em pedidos anteriores de cooperação.

Os investigadores estão especialmente interessados em dois temas: como a difusão de informação falsa contribuiu para o ataque e que medidas as redes sociais tomaram, se é que tomaram, para evitar que suas plataformas se tornassem centros de fomentação da radicalização.

"É decepcionante que, após meses de trabalho, ainda não tenhamos os documentos e a informação necessários para responder a estas perguntas fundamentais", lamentou Thompson.

O Twitter, antiga rede social favorita do ex-presidente, interessa aos investigadores porque alguns usuário supostamente estiveram em contato por meio da plataforma "para planejar e executar o ataque ao Capitólio".

Os investigadores dizem que a rede social foi notificada do risco de violência antes de 6 de janeiro.

O YouTube está na mira do comitê devido aos vídeos que os manifestantes supostamente transmitiram ao vivo na plataforma durante o ataque.

"Não podemos permitir que nosso importante trabalho seja adiado por mais tempo", insistiu Thompson, pedindo que as redes sociais cooperem.

E o tempo é curto: o comitê quer a todo custo publicar suas conclusões antes das eleições de meio de mandato, em novembro de 2022, porque se os democratas perderem o controle da Câmara nas eleições há o risco de os republicanos dissolverem a Comissão.

cjc/led/lda/ag/mvv/am

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos