Mercado fechado
  • BOVESPA

    106.296,18
    -1.438,83 (-1,34%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.889,66
    -130,39 (-0,25%)
     
  • PETROLEO CRU

    83,98
    +1,48 (+1,79%)
     
  • OURO

    1.793,10
    +11,20 (+0,63%)
     
  • BTC-USD

    61.142,15
    -1.606,36 (-2,56%)
     
  • CMC Crypto 200

    1.453,34
    -49,69 (-3,31%)
     
  • S&P500

    4.544,90
    -4,88 (-0,11%)
     
  • DOW JONES

    35.677,02
    +73,94 (+0,21%)
     
  • FTSE

    7.204,55
    +14,25 (+0,20%)
     
  • HANG SENG

    26.126,93
    +109,40 (+0,42%)
     
  • NIKKEI

    28.804,85
    +96,27 (+0,34%)
     
  • NASDAQ

    15.324,00
    -154,75 (-1,00%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,5808
    -0,0002 (-0,00%)
     

Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ vai acompanhar caso de mortes no Chapadão

·2 minuto de leitura

A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil do Rio de Janeiro (OAB-RJ) acompanha o caso dos dois homens que morreram no Complexo do Chapadão, no último sábado, dia 25, durante patrulhamento da Polícia Militar no local.

O procurador da Comissão de Direitos Humanos da OAB-RJ, Rodrigo Mondego, esteve no IML na manhã deste domingo para prestar assistência jurídica à família de William Vasconcellos da Silva, de 38 anos, e de Samuel Vicente, de 17. A namorada de Samuel, Camily da Silva Polinário, de 18 anos, também foi atingida por tiros e está internada no Hospital Estadual Getúlio Vargas em quadro estável, para onde foi após ser transferida do Hospital Estadual Carlos Chagas. Uma quarta pessoa foi ferida de raspão na perna, uma mulher que não teve a identidade revelada. Ela foi socorrida para o Hospital Estadual Carlos Chagas.

Segundo Rodrigo Mondego, a família alega que todos estavam em uma festa em Vilar dos Teles, em São João de Meriti, e que a mãe de Samuel e o padrastro dele, Sônia Bonfim Vicente e William Vasconcellos da Silva, saíram mais cedo. Depois disso, Camily passou mal e Samuel pediu para o padrastro buscá-los. Eles acharam que seria melhor levá-la para um hospital mais próximo de onde eles moram, no caso, no Chapadão, e estavam a caminho da UPA de Ricardo de Albuquerque quando foram atingidos. Estavam William, Samuel e Camily em uma moto.

— A versão da polícia é de que os três seriam traficantes. A moto era do William, era legalizada. Isso já não sentido, porque nenhum traficanta anda com moto própria para cometer crimes. Essa versão não faz absolutamente nenhum sentido, de que os três em uma moto estavam atacando a polícia militar — diz o advogado.

De acordo com Mondego, o laudo cadavérico dos dois ainda não saiu, e não houve perícia.

— Por algum motivo as mortes por intervenção policial na região do 41º BPM não vão para a Delegacia de Homicídios, ficam nas delegacias da região — afirma.

Segundo a Polícia Militar, agentes do 41ºBPM (Irajá) estavam em patrulhamento na Rua Alcobaça, em Anchieta, quando foram atacados a tiros. O objetivo do patrulhamento era coibir o roubo de carga e de veículos. "Após estabilizar a situação, a equipe localizou três suspeitos feridos. Eles foram socorridos ao Hospital Estadual Carlos Chagas. Com os acusados, os policiais apreenderam duas pistolas, carregadores, munições, um conversor para submetralhadora, dois rádios comunicadores e material entorpecente", diz a nota. O caso foi registrado na 27ªDP (Vila da Penha).

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos