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Comércio de itens usados salta 48,58% e bate recorde em seis anos

Mulher segurando sacolas
Segundo a Sebrae, essa é uma tendência mundial (Getty Creative)
  • Sebrae aponta que número de empresas que comercializam itens de segunda mão cresceu 48,58%, o maior incremento em seis anos 

  • Dados comparam primeiro semestre de 2020 com mesmo período em 2021 

  • De acordo com a entidade, esta é uma tendência mundial e fatores como a pandemia de Covid-19 e crescente preocupação com meio-ambiente podem ter contribuído para o crescimento deste mercado

O número de empresas que comercializam produtos usados teve um crescimento de 48,58%, de acordo com levantamento realizado pelo Sebrae com base nos dados da Receita Federal. A análise comparou os seis primeiros meses de 2020 e 2021 e apontou que incremento é o maior em seis anos.

Até a metade deste ano, haviam sido abertas 2.104 novas empresas no segmento, ao passo que, no mesmo período do ano passado, foram 1.416, entre microempreendedores individuais (MEI) e empresas de pequeno porte.

Para a entidade, a ampliação do mercado de itens de segunda mão pode ter sido provocada pela pandemia de Covid-19, que aumentou o controle financeiro por parte das famílias, e a crescente preocupação com o meio-ambiente.

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O levantamento abrange o comércio de moedas e selos de coleção, livros e revistas, móveis, utensílios domésticos, eletrodomésticos, roupas e calçados e material de demolição. Segundo a Sebrae, essa é uma tendência mundial e que pesquisas de outros países – como a feita pela ThreadUp nos Estados Unidos, que dobrou os valores na revenda de roupas desde 2019 – comprovam que o mercado tem espaço para crescimento.

Fonte: Exame

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