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Com Senado em jogo, alegações de fraude eleitoral de Trump colocam republicanos da Geórgia em apuros

Por Joseph Ax
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Por Joseph Ax

(Reuters) - Os ataques infundados do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à eleição podem estar colocando em risco as chances dos republicanos de manter o controle do Senado, já que candidatos de seu partido em segundos turnos na Geórgia tentam levar os eleitores às urnas ao mesmo tempo em que corroboram as alegações de Trump sobre manipulação do sistema.

Nesta terça-feira, a pedido de Trump, o Estado começou a contar suas cinco milhões de cédulas pela terceira vez, o que autoridades acreditam que confirmará a vitória do presidente eleito, Joe Biden, novamente. Isso cria uma situação delicada para os senadores David Perdue e Kelly Loeffler, que se classificam como o último bastião contra as prioridades democratas, sem admitir explicitamente que Trump perdeu a eleição de 3 de novembro.

Os segundos turnos de 5 de janeiro são cruciais para os dois partidos. Biden conquistou o Estado por uma margem pequena, e a Geórgia não elege um senador democrata há duas décadas. Derrotas de Perdue e Loeffler criariam um impasse no Senado, dando à vice-presidente eleita, Kamala Harris, o voto de Minerva.

Uma vitória de qualquer um dos republicanos manteria o Senado nas mãos do líder da maioria, Mitch McConnell, provável entrave a boa parte da pauta legislativa de Biden.

A tensão ficou visível em um comício da semana passada em um subúrbio de Atlanta quando Loeffler disse aos espectadores: "Nós somos o firewall – não somente para o Senado dos Estados Unidos, mas para o futuro do nosso país".

(Por Joseph Ax em Princeton, Nova Jersey)