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Com regras conflitantes de estado e município, escolas particulares de SP aumentam número de alunos em sala

·1 minuto de leitura
Back to school concept. School empty classroom, Lecture room with desks and chairs iron wood for studying lessons in highschool thailand without young student, interior of secondary education
(Foto: Getty Images)

As escolas particulares da cidade de São Paulo estão permitindo que as salas de aula tenham 70% da capacidade de estudantes. A mudança acontece em decorrência de um conflito entre as regras estabelecidas pelo governo paulista e as do município. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

No dia 5 de fevereiro a Grande São Paulo está na fase amarela do Plano São Paulo. Com isso, é permitido que as escolas aumentem o limite de alunos nas salas de 35% para 70%. Por isso, o governo estadual, por meio do secretário de Educação, Rossieli Soares, decretou que as escolas particulares poderiam ter mais estudantes, enquanto a Prefeitura da cidade não se manifestasse.

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Dias ante das mudanças, o governo municipal havia decretado que o limite era de 35%, ainda na fase laranja. Edson Aparecido, secretário municipal de Educação, havia dito que o número seria mantido, mesmo após a progressão no Plano SP.

Há escolas que mantêm o contingente de 35% dos alunos, como prevê a prefeitura. Mas alguns colégios decidiram aumentar o número de estudantes. A justificativa é que receberam autorização das diretorias regionais de ensino, ligadas ao governo do estado.

Quanto mais alunos permitidos nas salas, mais dias os estudantes das escolas particulares podem frequentar as aulas.

Um áudio, obtivo pelo Estadão, comprova que uma supervisora da região central explica que deveriam ser seguidas as regras estaduais, ou seja, 70% dos alunos poderiam estar nas salas de aula. Ao mesmo tempo, em outras escolas há o entendimento de que as regras a serem seguidas são as municipais.

Ao Estadão, a Prefeitura manteve a posição e afirmou que as escolas devem manter o contingente de 35%.