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Com ransomware em alta, PSafe lança seguro para proteção de dados corporativos

·3 minuto de leitura

O sequestro do acesso a dados é cada vez mais frequente. Conhecido como ransomware, esses ataques são usados por cibercriminosos para obrigar as vítimas a pagarem um resgate — e os alvos mais recorrentes ultimamente têm sido os grupos corporativos, por conta das altas cifras envolvidas. Para amenizar os riscos dessas invasões para empresas brasileiras, a PSafe acaba de se unir à AIG para oferecer um seguro contra a prática sem custo adicional a assinantes do dfndr enterprise.

A ação é pioneira no país e vai garantir que as empresas que tenham mais de 300 dispositivos protegidos mensalmente pela solução tenham direito a cobertura de até R$ 1 milhão por incidente. Para isso, os equipamentos vítimas da infecção devem ter a proteção ativa do dfndr enterprise.

Esse tipo de invasão pode causar prejuízos bilionários. Uma pesquisa da Cybersecurity Ventures estima que os ataques ocorram a cada 11 segundos no mundo e tenham potencial de perdas em torno de US$ 20 bilhões em 2021 (o equivalente a mais de R$ 100 bilhões).

Imagem: Reprodução/Elements/twenty20photos
Imagem: Reprodução/Elements/twenty20photos

Com o trabalho remoto, em que boa parte dos colaboradores deixa de aplicar medidas básicas de cibersegurança e passa a acessar os sistemas empresariais em redes domésticas, o crime ganhou ainda mais espaço. “Antes, as empresas tinham de lidar com a segurança de apenas um escritório”, lembra Marco DeMello, CEO da PSafe e presidente do Grupo CyberLabs. “Da noite para o dia, com o home office, foi como se precisassem administrar 100, 200 escritórios simultaneamente. É impossível garantir a privacidade de dados em tantos espaços sem uma solução de segurança.”

DeMello aponta que essas ações atingem organizações de todos os portes em diversos países. Em empresas menores, as consequências podem ser drásticas. “Além de perder o acesso aos dados, a instituição fica com uma mancha na reputação perante clientes e parceiros”, diz o executivo. “Isso sem mencionar os custos da perícia da ação, da recuperação de sistemas, da assessoria jurídica e outros. São gastos não previstos que vêm logo após a infecção. E a única forma de se prevenir é usar uma solução de segurança que identifique e bloqueie as ameaças antes mesmo que elas sequestrem os dados”, orienta ele.

Seguradoras incentivam ransomware

Um estudo do Royal United Services Institute (Rusi) aponta que seguros contra ransomware podem ajudar a financiar as atividades de cibercriminosos ao incentivar o pagamento desses resgates. “As seguradoras cibernéticas podem facilitar involuntariamente o comportamento dos criminosos e, assim, contribuir para o crescimento das operações de ransomware direcionadas”, avalia o levantamento.

Imagem: Reprodução/Elements/NomadSoul1
Imagem: Reprodução/Elements/NomadSoul1

Segundo a pesquisa, alguns criminosos procuram companhias que são clientes de seguradoras por acreditarem que elas têm maior tendência a pagar os resgates. Para evitar isso, o Rusi sugere que as companhias de seguros exijam a adoção de níveis mínimos de proteção contra os ataques.

O seguro oferecido pela PSafe aos clientes do dfndr enterprise tem essa exigência. Segundo a empresa, o risco de sofrer uma infecção por ransomware é extremamente reduzido para eles. Por isso, o seguro não tem custo extra para empresas com mais de 300 dispositivos protegidos pela solução. Assinantes do serviço que tenham menos aparelhos conectados à ferramenta recebem 20% de desconto para contratar a novidade.

O dfndr enterprise monitora vulnerabilidades e vazamento de dados corporativos. Suas ações preditivas proativas prometem garantir a segurança de informações empresariais e bloquear ciberataques antes mesmo de atingirem os sistemas. A versão premium inclui monitoramento semanal de vazamento de dados e verificação de vulnerabilidades que poderiam ser exploradas por crimonosos. Para testar a solução gratuitamente, basta clicar neste link.

Fonte: Canaltech

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