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Com rankings atualizados após Roland Garros, saiba quais tenistas têm chances de irem a Tóquio

·4 minuto de leitura

Além da quebra da hegemonia de Rafael Nadal e Novak Djokovic se tornando bicampeão em Paris, a edição 2021 de Roland Garros ganhou um tempero a mais por valer vagas para os Jogos Olímpicos de Tóquio-2020. O Grand Slam francês é o último torneio que conta pontos para o ranking classificatório das Olimpíadas, que começa no dia 23 de julho.

O critério de classificação dos tenistas para disputarem o megaevento tem como base os ranking mundiais da ATP e WTA, atualizados nesta segunda-feira com os pontos conquistados em Roland Garros. Os 56 melhores jogadores do mundo no feminino e masculino garantem um lugar em Tóquio. Nas duplas, as vagas serão distribuídas entre os dez primeiros colocados de seus respectivos rankings.

Porém, existe um limite de quatro tenistas por país na chave de simples. Isso faz com que muitas vagas sejam herdadas, e essa classificação seja alterada. Para efeito de comparação, na última edição do Jogos Olímpicos, no Rio, em 2016, o ranking foi estendido e o 101º ficou com a última das vagas.

Outros fatores como desistências por lesão e tenistas que não queiram disputar as Olimpíadas também afetam a classificação. O último caso é o do número um do mundo e mais novo campeão do Aberto da França, Novak Djokovic. O sérvio disse no mês passado que talvez não jogue em Tóquio se não houver espectadores. Os organizadores dos Jogos já proibiram torcedores estrangeiros, mas ainda não decidiram se os locais poderão estar nas arquibancadas.

Enquanto gigantes como Nadal, Djokovic, Roger Federer, Serena Williams e a dona da casa Naomi Osaka estão tranquilos dentro da zona de classificação, os tenistas brasileiros terão que fazer contas para conseguirem aumentar a delegação do país em Tóquio.

O tênis brasileiro tem até o momento apenas uma vaga garantida nas Olimpíadas, com João Menezes. Apesar de ter caído ainda no qualifying em Roland Garros, o mineiro se garantiu através dos Jogos Pan-Americanos de Lima, em 2019, quando conquistou o ouro. Atual número 206, para assegurar 100% sua vaga, o tenista precisava também se manter entre os 300 melhores do ranking mundial.

Número um do país, Thiago Monteiro foi o único brasileiro na chave de simples em Paris. Ele tinha importantes pontos para defender em Rolanda Garros, já que conseguiu a melhor campanha da carreira ao chegar até a terceira rodada no ano passado. Nesta edição, ele caiu na segunda partida, com uma derrota para o americano Steve Johnson. Antes do início do Grand Slam francês, Monteiro era o sétimo na lista de espera olímpica, e dependeria de desistências. Após o torneio ele caiu três posições no ranking, e ocupa atualmente o 83º lugar.

Nas duplas, Bruno Soares e Marcelo Melo estão fora top-10 pela primeira vez desde 2013, e dependiam de uma boa campanha em Roland Garros para sonharem com as Olimpíadas. Atual número 18 do ranking, Melo e seu parceiro Lukasz Kubot perderam na estreia. Já Soares (13º) e Jamie Murray perderam nas oitavas, após serem vice-campeões no ano passado.

O brasileiros dependerão do ranking combinado (soma dos dois atletas) para conseguir a vaga, o que os colocam com boas chances de classificação, mesmo fora do top-10.

Já no feminino, as remotas chances da 23ª do mundo Luisa Stefani conseguir uma classificação olímpica nas duplas foram encerradas quando a tenista brasileira desistiu de disputar Roland Garros devido uma cirurgia de emergência.

Favoritos em Tóquio

Os nomes oficialmente classificados ainda serão divulgados pela ITF (Federação Internacional de Tênis), após aprovação dos Comitês Olímpicos e federações nacionais, até o final de junho.

Os tenistas ainda terão pela frente uma preparação de luxo na grama sagrada de Wimbledon. O terceiro Grand Slam do ano já começa no próximo dia 28.

No Japão, o tênis será disputada no Ariake Tennis Park, sede única da modalidade ao longo das semanas de competição. Assim como na Rio-2016, o piso em Tóquio é duro. Dessa forma, alguns atletas já largam na frente no favoritismo, como é o caso de Djokovic, melhor jogador da atualidade em quadras rápidas. Além da estrela Rafael Nadal, o público está ansioso para ver Federer em uma quadra olímpica mais uma vez, no que certamente será a última edição de Jogos Olímpicos do suíço.

Atual número dois do mundo e finalista no Australian Open e US Open, o russo Daniil Medvedev também pode se destacar. Os vice e semi finalistas de Roland Garros, Stefanos Tsisipas e Alexander Zverev são bons jogadores deste estilo, e podem surpreender. Nenhum brasileiro ainda conseguiu chegar ao pódio.

Essa é a 16ª vez que o tênis faz parte oficialmente do cronograma olímpico. Ao todo, o torneio terá 172 atletas competindo em cinco modalidades: simples e duplas para homens e mulheres, e duplas mistas. Todas as partidas de simples serão em melhor de três sets, com tiebreak padrão.

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