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Com queda na COVID, Itália suspende uso de máscaras em áreas abertas

·2 minuto de leitura

Na última semana, a Itália registrou uma média de 1.032 novos casos do coronavírus SARS-CoV-2 por dia, sendo 32 óbitos. Diante desse cenário de controle da doença, o governo italiano deve suspender a exigência de que as pessoas usem máscaras ao ar livre a partir da próxima segunda-feira (28).

“A partir de 28 de junho, acabamos com a obrigação de usar máscara ao ar livre”, anunciou o ministro da Saúde, Roberto Speranza, nas redes sociais. No entanto, a população deve ter o item de proteção sempre uma à mão em situações de grande concentração de pessoas e em áreas internas, como shoppings e mercados.

Uso de máscaras contra a COVID-19 deve ser flexibilizado na Itália (Imagem: Reprodução/Gabriella Clare/Unsplash)
Uso de máscaras contra a COVID-19 deve ser flexibilizado na Itália (Imagem: Reprodução/Gabriella Clare/Unsplash)

Atualmente, 27% da população foi completamente imunizada contra a COVID-19 (2 doses), o que é uma porcentagem ainda baixa para a cobertura vacinal. O estudo do Instituto Butantan, em Serrana (SP), apontou para a necessidade de se imunizar pelo menos 75% da população para cortar a transmissão do coronavírus. No entanto, as autoridades italianas optaram por flexibilizar a maioria das medidas de proteção para este verão.

Uso de máscaras na Itália

Para os italianos, o uso obrigatório de máscaras foi uma estratégia imposta, quando o país se tornou um epicentro global da COVID-19. Na época, a Itália registrava recordes de internações em decorrência da doença e óbitos. Inclusive, o sistema de saúde italiano chegou a colapsar em algumas regiões com a alta demanda de pacientes. No total, são acumulados 4,2 milhões de casos e 127,3 mil mortes desde a chegada do vírus.

No combate ao coronavírus, o atual governo de Mario Draghi flexibiliza as restrições desde abril deste ano, liberando a abertura de restaurantes, bares, cinemas e academias. O amplo uso de máscaras foi uma das últimas regras a se manter e, agora, será obrigatório apenas em momentos de aglomeração ou em áreas internas, como lojas.

A expectativa é que, na próxima segunda, o país todo entre na zona branca da COVID-19, ou seja, o nível de risco mais baixo das quatro cores, usadas pelo governo para medir a gravidade da situação epidemiológica. Para enfrentar o coronavírus, o país foi dividido em 20 regiões. Atualmente, 19 delas estão na cor branca.

Fonte: Canaltech

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