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Com proposta de tributação de dividendos, Bolsa fecha em queda e dólar sobe

·2 minuto de leitura

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A proposta do governo federal de tributar dividendos, hoje isentos de Imposto de Renda, em 20% na fonte e de acabar com os JCP (juros sobre capital próprio) derrubou as ações de bancos nesta sexta-feira (25), arrastando o Ibovespa.

O principal índice da Bolsa fechou em queda de 1,74%, a 127.255,61 pontos, menor valor desde 31 de maio. Na semana, a terceira consecutiva de desvalorização, acumulou perda de 0,9%.

"No caso da renda variável, a tributação de dividendos e fim dos juros sobre capital próprio obriga à reprecificação do mercado de ações em sua totalidade", avaliou o sócio e estrategista-chefe da Laic Asset Management, Vitor Péricles.

As ações preferenciais (mais negociadas) do Bradesco caíram 3,12%. Banco do Brasil teve queda de 3,01% e Itaú, de 3,18%. Já o Santander perdeu 2,36%.

Os papéis de bancos são uns dos preferidos dos investidores por pagarem dividendos e JCP com regularidade.

A Petrobras foi contaminada pelo viés negativo e suas ações preferencias cederam 1,85%. As ordinárias (com direito a voto) perderam 1,61%.

Apesar de mais uma semana no vermelho, o Ibovespa ainda caminha para um desempenho positivo em junho (0,82%) e uma alta relevante no trimestre, de mais de 9% até o momento.

O dólar subiu 0,63%, a R$ 4,9360, neste pregão. Na semana, marcada pela cotação abaixo de R$ 5 em pouco mais de um ano, a moeda caiu 2,66%.

A Vale foi um destaque positivo do pregão, com alta de 1,23%, favorecida pela alta do futuros do minério de ferro na China. Na quinta (24), o China Baowu Group, maior produtor de aço do mundo, anunciou que unirá forças com a Vale e a Shandong Xinhai Technology para produzir níquel "pig iron" (NPI).

Já a Ambev caiu 5,57%, a maior queda do Ibovespa, após o Morgan Stanley reduzir a recomendação para a ação.

Nos Estados Unidos, o índice S&P 500 renovou seu recorde nesta sexta, impulsionado pelas ações da Nike e de bancos, enquanto dados de inflação mais fracos do que o esperado aliviaram preocupações sobre uma redução repentina no estímulo concedido pelo Fed (banco central dos Estados Unidos).

As ações da Nike avançaram 15,5%, para uma máxima histórica, depois que a fabricante de tênis projetou vendas para o ano fiscal acima das estimativas de Wall Street.

Bank of America subiu 1,9% e Wells Fargo ganhou 2,7%, depois de o Fed anunciar que os grandes bancos foram aprovados no teste de estresse e não enfrentarão mais restrições relacionadas à pandemia na recompra de ações e no pagamento de dividendos.

O índice Dow Jones subiu 0,69%, enquanto o S&P 500 ganhou 0,33%. O índice de tecnologia Nasdaq recuou 0,06%.

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