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Com pressão da inflação, projeção do mercado para o PIB tem leve recuo

·2 min de leitura

Diante da alta persistente da inflação, o mercado projetou um leve recuo na expectativa de crescimento da economia brasileira em 2021, que ficou em 5,01%, de acordo com o boletim Focus, divulgado nesta segunda-feira pelo Banco Central. Na última semana, a expectativa para o PIB era de 5,04%, número que se repetiu por um mês.

A expectativa de crescimento para 2022 também registrou um leve recuo e ficou em 1,50%, ante 1,54% da última semana. É a segunda revisão para baixo consecutiva para o PIB do próximo ano.

A piora das projeções do PIB acompanha um momento de elevação dos indicadores de inflação. Para 2021, o mercado projetou uma nova alta, pela 28ª semana consecutiva. A expectativa é de que o IPCA feche 2021 em 8,69%, ante 8,59% da última semana.

A pressão inflacionária continua em 2022, quando o mercado estima que o indicador ficará em 4,18%, ante 4,17% da última semana.

A aceleração da inflação é pressionada sobretudo pelo aumento dos preços de energia, em virtude da crise hídrica, e combustíveis. Nos últimos 12 meses encerrados em setembro, o IPCA registrou inflação de dois dígitos, fechando em 10,25%.

O Banco Central já assumiu que para 2021 será inviável atingir a meta de inflação, que é de 3,75%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O teto da meta, portanto, é de 5,25%.

Para 2022, o centro da meta é de 3,5%, também com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Principal ferramenta do BC para o controle da inflação, as expectativas para a Selic, a taxa básica de juros, se mantiveram em 8,25% para 2021 e 8,75% para 2022. A autoridade monetária já indicou que o ciclo de alta de juros será mais longo, mas deve manter um ritmo

Já as expectativas para a Selic vinham em aumentando e se mantiveram em 8,25% para 2021 e 8,5% para 2022, após o BC sinalizar que o ciclo de alta nos juros será mais longo.

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