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Com preços elevados de setor popular, Flamengo força quebra de tradição da torcida no Maracanã

·2 min de leitura


O Maracanã viveu uma noite diferente nesta quarta-feira. Não pela derrota do Flamengo, por 3 a 0 para o Athletico - o estádio já foi palco e voltará a ser de outras eliminações do time, é inevitável -, mas sim pelo posicionamento de parte dos torcedores, que trocaram o Setor Norte para o Sul. Os preços elevados para o setor mais popular forçou a quebra de uma tradição da torcida rubro-negra, acostumada a se posicionar no lado esquerdo da arquibancada.

É impossível atestar que o resultado foi afetado pelo fato das torcidas organizadas do clube terem se posicionado contra o preço praticado pela diretoria no Setor Norte - o qual tem uma procura maior justamente por ser o mais popular e concentrar o “pulmão da arquibancada”. Afinal, não faltou apoio no Maracanã, mas uma tradição foi quebrada. Os lados onde se posicionam as torcidas já resultaram até em disputa judicial.

O Flamengo aqueceu e atacou na segunda etapa longe da parte mais inflamada da arquibancada. Na ida do intervalo, em desvantagem por 2 a 0, já ouviu vaias, as quais foram intensificadas após o terceiro gol do Athletico. A eliminação terminou com xingamentos a Renato, canto para o ex-técnico Jorge Jesus e gritos de “time sem vergonha”. Direito do torcedor que desembolsou a partir de R$ 80 pelo ingresso do Setor Sul, o mais barato. Para o Setor Norte, a entrada custava R$ 200, e tinha ingresso de até R$ 1 mil.

Ainda sobre a renda de bilheteria, de R$ 2.967.490,00, ficará longe dos R$ 23 milhões que o Flamengo asseguraria com a classificação para a decisão. Para o campeão da Copa do Brasil, a bolada é ainda maior: R$ 56 milhões. A final da competição, nos dias 12 e 15 de dezembro, serão entre Athletico e Atlético-MG.

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