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Com pandemia, Receita registra em 2020 menor arrecadação em dez anos

FÁBIO PUPO
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*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 21.08.2019 - Notas de R$ 50; com pandemia, Receita registra em 2020 menor arrecadação em dez anos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*ARQUIVO* SÃO PAULO, SP, 21.08.2019 - Notas de R$ 50; com pandemia, Receita registra em 2020 menor arrecadação em dez anos. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) - A Receita Federal encerrou 2020 com uma arrecadação de R$ 1,526 trilhão em impostos e contribuições, uma queda real de 6,91% em relação ao ano anterior. Afetado principalmente pelos efeitos da Covid-19 na economia, o resultado é o mais baixo em dez anos (já considerando a série histórica atualizada pela inflação).

A diminuição na arrecadação agrava o cenário de desequilíbrio fiscal impulsionado pela pandemia do coronavírus e pelas despesas anticrise criadas em 2020, como o auxílio emergencial, aumentando a dívida pública brasileira.

Os números mostram que dezembro foi o quinto mês seguido de crescimento nas receitas (na comparação com mesmo mês de 2019), embora em ritmo menor do que o registrado nas divulgações anteriores.

Após quedas registradas de fevereiro a julho, o mês de agosto mostrou avanço real de 1,33% sobre igual mês de 2019. Em setembro, houve avanço de 1,97% contra um ano antes; em outubro, 9,56%; em novembro, 7,31%. E, em dezembro, houve crescimento de 3,18%.

Os dados foram impactados em 2020 por medidas como o corte de IOF sobre operações de crédito e a redução tributária para diferentes produtos para combater a Covid-19.

Na visão da Receita, os números são influenciados também pelo movimento de empresas buscando as chamadas compensações tributárias, quando elas abatem dívidas tributárias de créditos a que têm direito perante o Fisco.