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Com mais casas rachadas, população acusa Braskem de 'afundar Maceió'

Marcus Couto
·2 minuto de leitura
Maceió, Alagoas. (Foto: Getty Images)
Maceió, Alagoas. (Foto: Getty Images)
  • Moradores voltaram a protestar em Maceió por conta de instabilidade do solo.

  • Eles cobram ações das autoridades e da Braskem, responsável pela mineração.

  • Empresa extraiu sal-gema do solo, mas gerou instabilidade em bairros.

Um novo protesto foi realizado nesta quinta-feira (29), no bairro de Bebedouro, em Maceió (AL), para cobrar as autoridades e chamar atenção da sociedade civil para o problema contínuo do afundamento do solo na cidade, associado a atividades de mineração da Braskem na região.

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Segundo os moradores, o problema continua, com rachaduras se espalhando por novos imóveis. As informações são do portal G1. A Braskem afirmou em nota que segue em diálogo com as autoridades para oferecer uma solução definitiva.

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No Twitter, na tarde desta quinta-feira, o assunto chegou aos tópicos mais comentados, com a frase “Maceió está afundando”, que mobilizou milhares de usuários.

Mineração de sal-gema

A Braskem minerou por décadas o solo da região para extrair sal-gema – mas em 2018, um tremor de terra e o surgimento de rachaduras que afetaram os imóveis de milhares de moradores marcaram o início da piora da situação de instabilidade.

Representantes do governo se comprometeram a dialogar com a população do bairro de Bebedouro para encontrar uma solução.

Ao G1, uma moradora contou o drama vivido no bairro: "Nós estamos sofrendo. Nós queremos ser ouvidos. Parte do Flexal de Baixo não foi incluída no Programa de Compensação e, com isso, eles não serão beneficiados, o que está errado, eles sofrem do mesmo jeito que a gente. Eu moro aqui há 40 anos e nosso bairro morreu, não tem mais nada aqui, os comércios fecharam e nós estamos aqui isolados", disse Neirivane Nunes.

A Braskem divulgou nota sobre o assunto:

"A Braskem tem mantido diálogo permanente com as autoridades públicas, na busca das melhores soluções para os moradores e comerciantes atendidos pelo Programa de Compensação Financeira e Apoio à Realocação. A empresa vem cumprindo o acordo assinado em janeiro de 2020 e todos os dados vêm sendo apresentados às autoridades.

A Braskem respeita o direito de manifestação pacífica e reitera seu compromisso com a segurança dos moradores".

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