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Com jogos no Maracanã e Nilton Santos, prefeitura do Rio quer Mundial de Clubes com público

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A definição sobre uma possível candidatura do Rio de Janeiro como sede do Mundial de Clubes deste ano deve ser definida até segunda-feira. O prefeito Eduardo Paes e o secretário de Fazendo do município, Pedro Paulo, têm se movimentado nos bastidores para conseguirem viabilizar a candidatura da cidade. A dupla já teve conversas com membros do governo federal, CBF e FIFA. A prefeitura espera algumas respostas e sondagens para estruturar a proposta à ser feita.

Paes e Pedro Paulo levaram a ideia ao secretário de futebol do governo federal, Ronaldo Lima, e ao vice-presidente da CBF e conselheiro da Fifa, Fernando Sarney. A resposta de ambos foi positiva para a realização do evento na cidade. Quem também ajuda com conversas nos bastidores é Rodolfo Landim, presidente do Flamengo, que está entusiasmado com a possibilidade do time jogar o Mundial em casa.

A proposta da prefeitura, que deve ser levada à FIFA, propõe que os jogos sejam realizados no Maracanã e no Nilton Santos com a presença de público. Nesta sexta-feira, a prefeitura liberou a presença de torcedores nos estádios desde que seja respeitada a capacidade de 50%. Como os jogos devem ser realizados em dezembro ou janeiro, o poder municipal acredita que os estádios possam receber uma capacidade maior de público, já que até lá mais pessoas estarão vacinadas, inclusive com a dose de reforço.

Quem também pleiteia ser sede do Mundial é a África do Sul, mas de acordo com a prefeitura do Rio, a cidade teria mais condições, justamente por estar mais avançada no combate à Covid-19 do que o país africano.

— Temos larga experiência em realizar grandes eventos na cidade, como a Copa, o Rock in Rio, por exemplo, e vamos fazer de tudo para trazer o Mundial para o Rio — disse o secretário Pedro Paulo.

O Mundial, originalmente, seria realizado no Japão entre os dias 9 e 19 de dezembro. No entanto, no último dia 7, o país desistiu de sediar a competição por causa dos efeitos da pandemia do coronavírus. A Associação Japonesa de Futebol esperava poder contar com a liberação de público para os jogos, mas com as restrições atuais impostas pelo governo japonês, se viu sem condições financeiras de arcar com os custos do evento.

A Fifa ainda não se pronunciou oficialmente sobre a nova sede, mas há conversas adiantadas, tratadas em sigilo, para resolver a questão. A cidade escolhida deve ser na China ou no Catar, que já tem a estrutura toda pronta para receber a Copa do Mundo do ano que vem.

Apesar de a Fifa já ter uma nova sede quase escolhida, a Prefeitura do Rio de Janeiro está sendo aconselhada a, ainda assim, levar a proposta à entidade. A sugestão é deixar claro para a Fifa que a cidade tem interesse em ser sede de suas competições, o que poderia ser um facilitador para que ela seja escolhida futuramente para receber algum torneio.

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