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Com investidores digerindo dados da inflação, dólar tem leve queda

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*Arquivo* São Paulo, SP, 24.01.2019 - Notas de dólar dos Estados Unidos (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
*Arquivo* São Paulo, SP, 24.01.2019 - Notas de dólar dos Estados Unidos (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO (FOLHAPRESS) - O dólar tinha desvalorização tímida na manhã desta quinta-feira (9), com investidores digerindo dados de inflação domésticos mais fracos que o esperado, enquanto, no exterior, a divisa norte-americana apresentava fraqueza.

Às 9h07 (de Brasília), o dólar à vista recuava 0,16%, a 4,8830 reais na venda.

Na B3, às 9h07 (de Brasília), o contrato de dólar futuro de primeiro vencimento caía 0,34%, a R$ 4,9145.

Na véspera, a moeda norte-americana à vista teve alta de 0,34%, a R$ 4,8906 na venda.

Na véspera, a taxa de câmbio avançou 0,30%, com a divisa americana valendo R$ 4,8890 na venda.

A Bolsa de Valores brasileira caiu pela pelo quarto dia consecutivo nesta quarta-feira (8), igualando uma sequência de baixas que não ocorria há um mês.

O Ibovespa, índice de referência do mercado acionário doméstico, perdeu 1,55% no dia, fechando em 108.367 pontos. É o pior resultado desde 18 de maio (-2,34%).

Investidores se mostram avessos aos riscos da renda variável em uma semana que combina ameaça quanto ao equilíbrio fiscal no Brasil e expectativas no exterior sobre dados que podem reforçar a inflação global.

As principais Bolsas globais tiveram sessões majoritariamente negativas. Em Nova York, o índice de reverência S&P 500 caiu 1,08%. O Dow Jones perdeu 0,81%. A Nasdaq cedeu 0,73%. O temor da inflação era o principal responsável pelo mau humor.

O Banco Central Europeu irá comunicar nesta quinta sua decisão sobre o aumento da taxa de juros diante da alta da inflação na região.

Na sexta (10), o CPI (índice de inflação ao consumidor) dos Estados Unidos dará pistas sobre o progresso do aperto monetário do Fed (Federal Reserve, o banco central americano).

"A decisão de juros na Europa e dados de inflação nos EUA podem definir o apetite dos investidores para tomar risco mais à frente", comentou Leandro De Checchi, analista de investimentos da Clear Corretora.

No mercado brasileiro, entre os papéis com maior movimentação, os da Eletrobras chegaram a subir mais de 2% e, durante a tarde, ajudaram a amenizar temporariamente o dia ruim. Mas a empresa, controlada pelo governo federal e que está em processo de privatização, perdeu fôlego no final da sessão.

Suas ações ordinárias tiveram ganho de 0,81% no dia do encerramento do prazo para trabalhadores investirem parte do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) na companhia.

A precificação das ações ocorrerá nesta quinta. A procura está aquecida e já movimentou cerca de R$ 51 bilhões, segundo participantes do mercado.

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