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Com índices em queda, SP analisa liberar bares, restaurantes e comércio aos finais de semana

João Conrado Kneipp
·3 minuto de leitura
SAO PAULO, BRAZIL - MAY 07: A boy wearing a face mask rides a bicycle at the Paulista Avenue amidst the Coronavirus (COVID - 19) pandemic on May 7, 2020 in Sao Paulo, Brazil. The Government of the State of São Paulo has decreed the mandatory use of face masks in the streets. (Photo by Miguel Schincariol/Getty Images)
Desde o dia 25 de janeiro, apenas serviços essenciais poderiam funcionar após as 20 horas e durante o final de semana em todo o Estado. (Foto: Miguel Schincariol/Getty Images)

O governo de São Paulo anunciou que deverá suspender a fase vermelha durante os finais de semana caso os índices da Covid-19 se mantenham em queda no estado. Se o cenário de estabilização se confirmar, a reclassificação será apresentada nesta quarta-feira (3).

Desde o dia 25 de janeiro com o recuo de 6 regiões, apenas serviços essenciais poderiam funcionar após as 20 horas e durante o final de semana em todo o Estado de São Paulo. A decisão foi tomada após o estado atingir mais de 70% da ocupação de leitos de UTI reservados para a Covid-19.

“Com duas semanas consecutivas de retração no número de internações e, caso esse cenário se mantenha em queda, vamos anunciar medidas de suspensão das restrições impostas pelo Plano SP relativos aos horários de funcionamento de comércio, shopping, bares e restaurantes, inclusive aos finais de semana. Mas é fundamental que a população, que os empresários e que a opinião pública sigam a orientação e nos ajudem na vigilância para conquistarmos isso sem colocarmos em risco a vida das pessoas no estado de São Paulo”, afirmou o governador João Doria (PSDB).

Segundo o secretário da Saúde, Jean Gorinchteyn, houve uma redução de casos e óbitos no estado de São Paulo em relação à última semana.

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As internações caíram pela segunda semana consecutiva — queda de 4% na semana retrasada, e de 8%, na passada —, diminuindo em 1 mil o número de pacientes nos leitos de enfermaria. Na semana passada, 6,8 mil internados, e agora são 5,8 mil, segundo Gorinchteyn.

A ocupação de leitos de UTI, um dos indicadores mais críticos, está em 68,5%. Na semana anterior, quando a restrição foi anunciada, tanto Grande São Paulo quanto o estado de SP apresentavam taxas acima dos 70%.

MEDIDAS EVITARAM COLAPSO DA SAÚDE, DIZ SECRETÁRIO

Na avaliação do secretário de Saúde, as medidas mais rígidas mostraram resultado e evitaram um “colapso” no sistema de saúde do estado.

“Esses índices mostram claramente que as medidas restritivas fazem e trazem impacto na preservação de vidas. Se não tivéssemos agido da maneira que foi feita, o sistema de saúde do estado teria colapsado. Caso esses índices se mantenham dessa forma, da forma a trazer um alento, todas aquelas medidas adicionais ao Plano São Paulo poderão ser revistas na quarta-feira”, declarou o secretário.

A secretária de Desenvolvimento Econômico, Patrícia Ellen, destacou que as regiões da Grande São Paulo, Baixada Santista e Barretos foram as que apresentaram os melhores índices, podendo, inclusive, mudarem a reclassificação definitiva na sexta-feira (5).

A Grande São Paulo e a Baixada Santista estão na fase laranja, com a proibição do funcionamento de atendimento presencial em bares. Já Barretos está na fase vermelha, na qual só os serviços essenciais estão autorizados.

CHEGADA DOS INSUMOS DA CORONAVAC

Além da decisão sobre as mudanças na flexibilização da quarentena, o governo também espera para esta quarta-feira a chegada de 5,4 mil litros de insumos para a produção de novas doses da CoronaVac, a vacina produzida pelo laboratório chinês Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

Doria anunciou que outros 5 mil litros de insumos devem chegar até o dia 10 de fevereiro.

Neste domingo, o Brasil atingiu registrou 27.597 novos casos e 563 novas mortes por Covid-19 nas últimas 24 horas, totalizando 9.202.791 ocorrências e 224.534 óbitos desde o início da pandemia no país. O levantamento é assinado pelo consórcio de veículos de imprensa.