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Com hospitais sob pressão, Itália coloca pacientes de COVID-19 em hotéis

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Enfermeira italiana em Milão. (Foto: AP Photo/Luca Bruno)
Enfermeira italiana em Milão. (Foto: AP Photo/Luca Bruno)

A Itália voltou a assistir a um aumento vertiginoso no número de casos de COVID-19 em seu território. Somente na última quinta-feira, foram quase 40 mil infectados, e 636 mortes.

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Com hospitais e centros médicos sob pressão, o governo do país está pagando para hotéis – agora vazios devido ao recuo do turismo – receber doentes infectados com o novo coronavírus. As informações são da agência de notícias AFP.

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Somente na capital, Roma, são 15 hotéis destacados para essa “missão”, entre eles o luxuoso Sheraton Parco de’Medici, com capacidade para 800 leitos. Até agora, segundo os administradores, cerca da metade já foi ocupada.

Dos 169 quartos dedicados a receber pacientes, 49 têm suporte de oxigênio para casos de necessidade.

A ideia é que pacientes com sintomas leves ou assintomáticos, que precisem de um lugar para se recuperar em isolamento, possam usar as instalações.

Para os hotéis, é uma boa oportunidade para se manter em operação, mesmo com a baixa do turismo. Cada quarto custa 30 euros por dia para o governo italiano.

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