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Com Facebook fora do ar, Zuckerberg perde US$ 6 bi e é ultrapassado por Bill Gates

·2 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 17.09.2021 - Still de mão segurando um celular com aplicativo Facebook aberto. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 17.09.2021 - Still de mão segurando um celular com aplicativo Facebook aberto. (Foto: Gabriel Cabral/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - No dia em que redes sociais do Facebook saíram do ar em diversas partes do mundo, as ações da empresa fecharam em queda de 4,89%, o que representou uma redução de US$ 50,3 bilhões (R$ 272,7 bilhões) no valor de mercado da companhia nesta segunda-feira (4), cujo total agora é de quase R$ 917 bilhões (R$ 4,9 trilhões).

Também no intervalo de um dia, a fortuna pessoal de Mark Zuckerberg, cofundador e principal acionista do Facebook, diminuiu US$ 6,1 bilhões (R$ 33 bilhões). O patrimônio do agora quinto homem mais rico do planeta é de US$ 121,6 bilhões (R$ 659 bilhões). A quarta posição foi tomada pelo cofundador da Microsoft Bill Gates, que possui US$ 124 bilhões (R$ 672 bilhões).

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, durante depoimento como testemunha ao comitê financeiro dos Estados Unidos, em Washington Mandel À frente de Gates e Zuckerberg estão o fundador da SpaceX, Elon Musk (US$ 210,6 bi), o fundador da Amazon, Jeff Bezos (US$ 185,7 bi), e o diretor-executivo do grupo dono da Louis Vuitton, Bernard Arnault (US$ 153,3 bi), segundo o índice de bilionários da Bloomberg.

As redes sociais do Facebook, que incluem WhatsApp e Instagram, caíram em diversas partes do mundo nesta segunda (4). Além de brasileiros, usuários de Portugal, Reino Unido, Índia e Estados Unidos também ficaram sem acesso. No Brasil, foram mais de sete horas fora do ar. Os serviços começaram a retornar no início da noite.

Ainda não se sabe a causa da queda, mas o jornal New York Times, por meio de fontes do departamento de segurança do Facebook que quiseram anonimato, sustenta que a possibilidade de um ataque hacker é improvável.

As ações do Facebook têm sofrido baixas por questões conjunturais e, principalmente, devido à revelação de que a empresa tinha conhecimento desde 2019 de que a utilização da sua rede Instagram colocava meninas em risco.

Os papéis do Facebook já recuaram quase 15% desde 14 de setembro, quando o Wall Street Journal passou a publicar reportagens que sustentam que a companhia sabia que o Instagram é potencialmente danoso para a saúde mental das adolescentes. Antes das revelações, os papéis da empresa acumulavam alta de 37,83% neste ano.

O quadro geral de ações de empresas de tecnologia listadas no Nasdaq é de baixa e, nesta segunda, o índice caiu 2,14%. Outras big techs também recuaram, como Twitter (-5,79%), Zoom (-2,96%) e Amazon (-2,85%).

O mercado americano opera em viés de baixa devido à possível antecipação para 2022 de um ciclo de alta nos juros básicos do país em resposta à inflação gerada pela escalada de preços de energia no mundo e pela quebra das cadeias de suprimento durante a pandemia.

Nesse contexto, ações de empresas de tecnologia, bastante populares nos EUA, tendem a perder mais investidores para aplicações atreladas a juros, como os títulos do Tesouro americano.

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