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Com escritórios vazios, Nova York deverá ser criativa e divertida

·3 min de leitura
Cidade precisa ser criativa se escritórios de Manhattan não voltarem aos níveis pré-pandêmicos (Alexi Rosenfeld/Getty Images)
Cidade precisa ser criativa se escritórios de Manhattan não voltarem aos níveis pré-pandêmicos (Alexi Rosenfeld/Getty Images)
  • Pandemia pode ter transformado "hábito humano"

  • Solução é transformar o espaço em área residencial

  • Para jornalista, Nova York precisa de mais diversão

O que se pode fazer com meio bilhão de metros quadrados - espaço para escritórios em Manhattan - se a maior parte permanecer vazia? Essa é a grande questão que ocupa a mente das autoridades de Nova York, sobre o futuro da cidade. Assim que a variante Ômicron retroceder, um retorno gradativo aos locais de trabalho se transformará em uma onda poderosa. Onde mesmo se os edifícios não ficarem tão cheios como eram antes do COVID, terão ocupação suficiente para sustentar a grande base tributária comercial da cidade e evitar que os proprietários quebrem. É o que dizem os executivos imobiliários e os líderes empresariais, e o que escreveu Steve Cuozzo no The New York Post.

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Prognóstico de Peggy Noonan

Cuozzo também questiona sobre o que a brilhante colunista do Wall Street Journal, Peggy Noonan, escreveu em fevereiro passado, de que a pandemia provocou “o colapso do modelo de transporte regional [..] os proprietários de grandes empresas descobriram o quanto pode ser feito remotamente". Ela ainda acrescentou que “eles não precisam mais pagar aquele aluguel matador por um espaço de escritório. As pessoas pensam que tudo vai voltar quando a pandemia acabar totalmente, mas não, um hábito humano se desfez; uma nova forma de operar começou”.

Uso residencial

De acordo com o jornalista do New York Post, apenas o Real Estate Board of New York, a organização de comércio da indústria, abordou a questão mais limitada de como acelerar a conversão de edifícios de escritórios mais antigos de segunda classe - que estimou em 40% do espaço total - para uso residencial. O grupo observou que o fenômeno já estava ocorrendo há muito tempo na baixa Manhattan, onde dezenas de milhões de espaços de escritórios obsoletos encontraram uma nova vida como apartamentos desde o final dos anos 1990 até os dias atuais. Isso tornou o centro da cidade um bairro familiar mais coeso e viável, o que ajudou a área a sobreviver aos efeitos do 11 de setembro e do furacão Sandy.

Possíveis soluções

Steve Cuozzo também deu seus pitacos sobre o que se pode fazer com os prédios desta região. "Vamos transformar alguns deles em algo que a cidade há muito merece: um museu espetacular onde o papel do distrito antes fortemente sindicalizado na história de Nova York e na política nacional é trazido de volta à vida", escreveu. "Outra opção é trazer Hollywood para cá. Por que o Queens deveria monopolizar a produção de filmes da Big Apple? Os estúdios Steiner, Kaufman Astoria e Silvercup são maravilhosos. Mas um complexo de TV e cinema em Manhattan seria a joia da coroa em 'Hollywood on the Hudson'", acrescentou.

Para Cuozzo, a cidade também pode tentar melhorar os edifícios de escritórios construídos há muitas décadas (Gary Hershorn/Getty Images)
Para Cuozzo, a cidade também pode tentar melhorar os edifícios de escritórios construídos há muitas décadas (Gary Hershorn/Getty Images)

Nova York precisa de diversão

"Todos nós podemos nos divertir um pouco. Nossa, como precisamos nos divertir! Que tal um vasto parque de diversões coberto, como a parte fechada do lendário Steeplechase Park de Coney Island. É claro que os carrosséis das crianças e outros brinquedos internos suaves precisariam dar lugar às emoções de tirar o fôlego e acelerar o ritmo da montanha-russa Scream Zone e Phoenix de hoje. E imagine um Cyclone que pode ficar aberto o ano todo. A tecnologia está lá e a demanda nunca diminuirá. Tudo o que precisamos é a visão para fazer isso acontecer dentro de um de nossos gigantes de tijolo e argamassa de 100 anos de idade, onde os inquilinos de escritórios não estão enriquecendo os proprietários", finalizou o jornalista.

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