Mercado fechará em 5 h 55 min
  • BOVESPA

    128.265,97
    -998,99 (-0,77%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    49.981,55
    -334,14 (-0,66%)
     
  • PETROLEO CRU

    73,75
    +0,09 (+0,12%)
     
  • OURO

    1.775,90
    -7,00 (-0,39%)
     
  • BTC-USD

    29.327,04
    -3.671,33 (-11,13%)
     
  • CMC Crypto 200

    696,11
    -98,22 (-12,37%)
     
  • S&P500

    4.221,58
    -3,21 (-0,08%)
     
  • DOW JONES

    33.779,80
    -97,17 (-0,29%)
     
  • FTSE

    7.084,54
    +22,25 (+0,32%)
     
  • HANG SENG

    28.309,76
    -179,24 (-0,63%)
     
  • NIKKEI

    28.884,13
    +873,20 (+3,12%)
     
  • NASDAQ

    14.145,75
    +15,75 (+0,11%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    5,9903
    +0,0150 (+0,25%)
     

Com efeito da pandemia, vendas do comércio caem 0,6% em março, diz IBGE

·2 minuto de leitura
**ARQUIVO** SÃO PAULO, SP, 29.04.2020 - Lojas da região da 25 de Março, maior centro comercial do país a céu aberto, no centro de São Paulo. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)
**ARQUIVO** SÃO PAULO, SP, 29.04.2020 - Lojas da região da 25 de Março, maior centro comercial do país a céu aberto, no centro de São Paulo. (Foto: Eduardo Knapp/Folhapress)

PORTO ALEGRE, RS (FOLHAPRESS) - Com as restrições provocadas pelo avanço da pandemia, o comércio varejista amargou queda em março. Na comparação com fevereiro, o volume de vendas do setor teve retração de 0,6% no país. O resultado foi divulgado nesta sexta-feira (7) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

O desempenho é mais um reflexo da perda de fôlego da atividade econômica na largada de 2021. A produção industrial, outro indicador calculado pelo IBGE, recuou 2,4% no terceiro mês deste ano, sob efeito da piora da crise sanitária.

Em relação a março de 2020, fase inicial da pandemia, as vendas do comércio subiram 2,4%. Analistas consultados pela agência Bloomberg projetavam retração de 5,5% na comparação mensal e de 2% no recorte anual.

Com o resultado de março, o varejo fechou o acumulado do primeiro trimestre com baixa de 0,6%. Em 12 meses, houve avanço de 0,7%.

Além do agravamento da Covid-19, que restringiu a atividade de lojas, a paralisação de programas de estímulo atingiu a economia após a virada do ano. O auxílio emergencial, por exemplo, só foi retomado em abril, com redução nos valores pagos e corte no número de beneficiários. O programa serviu para proteger a renda de trabalhadores e incentivou setores como o comércio em 2020.

Desemprego, inflação e inadimplência em alta também desafiam as lojas neste momento. Em abril, o nível de endividamento voltou a bater recorde no país, segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). No mês passado, o percentual de consumidores com dívidas chegou a 67,5%, alta de 0,2 ponto percentual em relação a março. É o mesmo patamar de agosto de 2020.

No terceiro mês do ano, o varejo foi impactado por medidas de restrições mais duras, implementadas por governos estaduais e prefeituras para tentar conter a epidemia do novo coronavírus. O governo de São Paulo, por exemplo, adotou a fase vermelha do plano local no início de março, impedindo a operação de shoppings e o atendimento presencial no comércio de rua. Em seguida, chegou a ampliar restrições à circulação de pessoas, com a chamada fase emergencial no estado.

Belo Horizonte seguiu o mesmo caminho. Em março, a prefeitura da capital mineira também determinou o fechamento de lojas. Já o Rio Grande do Sul, um dos estados mais impactados pela pandemia neste ano, interrompeu atividades presenciais do comércio entre fevereiro e março.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos