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Com distanciamento social, 74% dos consumidores já aderiram ao social commerce

·2 minuto de leitura

A pandemia trouxe muitas mudanças para o cotidiano. Uma delas foi a forma de comprar: dados da Neotrust apontam que o e-commerce brasileiro registrou mais de 300 milhões de pedidos e faturamento de mais de R$ 126 bilhões em 2020. Entre os consumidores, 47% fizeram sua primeira compra online no período.

Um dos responsáveis por esse movimento foi o distanciamento social, que levou mais gente a comprar online. O mesmo contextou levou, ainda, ao crescimento do social commerce, a compra pelas redes sociais. “O novo cliente digital busca uma experiência mais humana, descomplicada, e também criativa”, explica Ricardo Martins, Consultor de Transformação Digital na Pon Digital Consulting.

O levantamento “Social Commerce”, realizado pela Social Miner | All iN, Opinion Box e Etus, indica que 74% dos consumidores utilizam as redes sociais para comprar e 37% já inseriram as aquisições online em sua rotina mensal. Com isso, os perfis das marcas nessas plataformas deixaram de ser apenas vitrines de produtos. Agora, eles têm conteúdo, imagens dos bastidores e uma linguagem descontraída em busca de fazer o cliente se identificar com a marca.

Adaptação das empresas

Marina Zaiantchick, CMO da TAG2U, especializada em decoração sustentável, diz que sua empresa busca construir uma comunidade. “Sabemos que mais do que vender produtos, trabalhamos para ajudar as pessoas e o meio ambiente”, diz. “Temos loja física na capital paulista e e-commerce conectado a nossa loja no Instagram. Buscamos oferecer conteúdos úteis e estabelecer conversas.”

Imagem: Reprodução/Elements/look_studio
Imagem: Reprodução/Elements/look_studio

Segundo o estudo “Social Commerce”, a prática deve continuar a se expandir e a tendência é que as lojas adotem definitivamente as redes sociais: para efetivar as vendas ou criar um espaço permanente de humanização do atendimento e relacionamento.

Outra empresa que tem ampliado a conexão com o cliente nas redes sociais é a marca de calçados La Femme. “Com a chegada da pandemia, paramos para repensar nossa estratégia e investimos no digital. Essa mudança de olhar foi um diferencial importante para nós”, pondera Silvia Barbosa, diretora da empresa.

Além da expansão do segmento de compras online, a pandemia levou à valorização de marcas e empresas locais. “Humanizamos mais ainda nosso atendimento. Não foram raras as vezes em que eu ou outros sócios da fábrica fomos pessoalmente fazer entregas de produtos”, conta Silvia. “Além disso, a partir das conversas criadas em nossas redes sociais, temos um termômetro sobre como adaptar as estratégias e melhorar a experiência dos clientes.”

Fonte: Canaltech

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