Mercado fechado
  • BOVESPA

    129.441,03
    -635,14 (-0,49%)
     
  • MERVAL

    38.390,84
    +233,89 (+0,61%)
     
  • MXX

    51.286,46
    +400,13 (+0,79%)
     
  • PETROLEO CRU

    70,78
    +0,49 (+0,70%)
     
  • OURO

    1.879,50
    -16,90 (-0,89%)
     
  • BTC-USD

    35.813,82
    +329,61 (+0,93%)
     
  • CMC Crypto 200

    924,19
    -17,62 (-1,87%)
     
  • S&P500

    4.247,44
    +8,26 (+0,19%)
     
  • DOW JONES

    34.479,60
    +13,36 (+0,04%)
     
  • FTSE

    7.134,06
    +45,88 (+0,65%)
     
  • HANG SENG

    28.842,13
    +103,25 (+0,36%)
     
  • NIKKEI

    28.948,73
    -9,83 (-0,03%)
     
  • NASDAQ

    13.992,75
    +33,00 (+0,24%)
     
  • BATS 1000 Index

    0,0000
    0,0000 (0,00%)
     
  • EURO/R$

    6,1926
    +0,0391 (+0,64%)
     

Com campanhas de vacinação, UE renova otimismo sobre recuperação

·3 minuto de leitura
Visitantes aproveitam piscinas naturais de água termal nos Banhos de Edipsos, también conhecidos como Loutra Edipsou, na ilha grega de Eubea, em 7 de maio de 2021

A Comissão Europeia elevou significativamente nesta quarta-feira (12) suas previsões de crescimento econômico da Zona do Euro para 2021 e o próximo ano, com espaço para o otimismo, graças ao avanço das campanhas de vacinação contra a covid-19.

Em suas novas projeções econômicas, a Comissão projeta um crescimento do PIB de 4,3% para 2021, contra uma expectativa de 3,8% anunciada em fevereiro.

Para 2022, a Comissão havia previsto, também em fevereiro, um crescimento de 3,8% e, agora, reajustou a expectativa para 4,4%.

O comissário europeu da Economia, Paolo Gentiloni, apontou que "a sombra da covid-19 começa a se dissipar sobre a economia da Europa. Depois de um frágil início de ano, projetamos forte crescimento, tanto em 2021, quanto em 2022".

Para isso, frisou, "manter o ritmo forte das vacinações na UE será crucial, para a saúde dos nossos cidadãos e também das nossas economias".

No caso da Espanha, país que em 2020 sofreu uma queda espetacular de -10,8%, a Comissão prevê um crescimento de 5,9% este ano, e um forte avanço de 6,8%, em 2022.

Neste quadro, a Comissão expressou sua confiança em que a economia espanhola "retorne aos níveis prévios à pandemia no final de 2022".

Para a Comissão, a atividade econômica deverá começar a crescer no segundo trimestre deste ano "para continuar com mais vigor no segundo semestre" do ano corrente.

A Comissão destacou, no entanto, "um grau de incerteza maior do que o normal", em particular no que se refere à recuperação do setor turístico e "à resposta de agentes privados à flexibilização das medidas de contenção".

Já em relação a Portugal, a Comissão projeta para 2021 um crescimento do PIB da ordem de 3,9%, que deve subir para 5,1% no próximo ano.

Para a Comissão, Portugal atingirá níveis de atividade equivalentes aos registrados antes da crise sanitária mundial "em meados de 2022".

- Influência das vacinas -

Segundo os economistas da Comissão, "o crescimento econômico é retomado à medida que aumenta o ritmo de vacinação e se flexibilizam as medidas de contenção" adotadas contra a pandemia de coronavírus.

Em 2020, a economia da Eurozona apresentou uma retração de 6,6%.

Após o verão de 2020 (hemisfério norte, inverno, no Brasil), a região se viu arrasada por uma nova onda de contágios de covid-19. Este quadro obrigou os governos nacionais a adotarem novas medidas, as quais afetaram seriamente o desempenho econômico - em particular no último trimestre do ano e no primeiro de 2021.

Com a aceleração das campanhas de vacinação e com a flexibilização das medidas de contenção, incluindo diferentes níveis de confinamento, a recuperação econômica estará apoiada "no consumo privado, em investimentos e no aumento da demanda de exportações".

A Comissão indicou, porém, que a dívida pública da zona do euro - que em 2020 havia superado 100% do PIB coletivo - permanecerá nesta situação em 2021 e em 2022.

A dívida dos países que adotaram a moeda única alcançará, assim, 102,4% do PIB este ano e será equivalente a 100,2% em 2022. A Grécia registrará o maior nível de dívida pública, 208,8% este ano, de acordo com a Comissão.

A chamada Zona do Euro é um espaço compartilhado pelos 19 países da União Europeia que adotaram o euro como moeda, cuja política monetária é conduzida pelo Banco Central Europeu.

Andorra, Mônaco, San Marino e a Cidade do Vaticano adotaram o euro como moeda no âmbito de acordos específicos com a UE. Como não são membros da UE, não fazem parte da Eurozona.

ahg/zm/tt