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Com aval do Fed, Ibovespa fecha em alta sessão cheia de balanços; Weg dispara

·4 minuto de leitura
Tela mostra anúncio de decisão do Federal Reserve.

Por Paula Arend Laier

SÃO PAULO (Reuters) - O Ibovespa fechou em alta nesta quarta-feira cheia de balanços corporativos, com destaque para Weg, enquanto o Fed animou ao afirmar que a recuperação econômica dos EUA segue nos trilhos e que ainda é cedo para retirar os estímulos.

Índice de referência do mercado acionário brasileiro, o Ibovespa subiu 1,34%, a 126.285,59 pontos. O volume financeiro da sessão somou 31,8 bilhões de reais.

"Com o avanço das vacinações e o forte suporte de política monetária, indicadores da atividade econômica e de emprego continuaram a se fortalecer", disse o banco central dos Estados Unidos após reunião em que decidiu manter os juros perto de zero, bem como seu programa de compra de títulos.

"A economia fez avanços" na direção de ganhos no mercado de trabalho, que o Fed diz querer ver antes de reduzir as compras mensais de títulos de 120 bilhões de dólares, afirmou o documento.

De acordo com o presidente da plataforma de análises independentes Ohmresearch, Roberto Attuch, o Fed sinalizou que continua dependente de dados e que ainda não atingiu seus objetivos para começar o 'tapering'. "O mercado gostou", disse.

Para o economista e sócio da VLG Investimentos Leonardo Milane, a principal mensagem do BC dos EUA é que as condições econômicas seguem favoráveis com a recuperação pós pandemia e que a inflação é transitória e por restrição de oferta.

Além disso, acrescentou, o Fed prometeu sinalizar com antecedência quando for o momento para retirada de estímulos.

O comunicado do Fed e as declarações do seu titular, Jerome Powell, fizeram o Ibovespa renovar máxima da sessão, a 126.712,08 pontos. Antes disso, os negócios já refletiam a repercussão a uma série de balanços de empresas brasileiras.

DESTAQUES

- WEG ON disparou 8,17%, tocando máxima intradia desde abril, após reportar lucro bilionário no segundo trimestre, apoiado na demanda doméstica e na aceleração da atividade industrial nos principais países em que atua, além de efeito de crédito fiscal. "Outro trimestre impressionante", afirmaram analistas do BTG Pactual.

- VALE ON fechou em alta de 2,73%, antes da divulgação do balanço trimestral previsto para após o fechamento do mercado nesta quarta-feira. A estimativas média de sete analistas mostra expectativas de aumento de 123,8% na receita no segundo trimestre, segundo dados da Refinitiv.

- ITAÚ UNIBANCO PN e BRADESCO PN subiram 3,25% e 2,34%, respectivamente, após dados de crédito no país e balanço do SANTANDER BRASIL, que quase dobrou o lucro trimestral e avançou 1,04%, reagindo ainda a anúncio de troca do comando. O Itaú e Bradesco reportam resultado na próxima semana.

- CSN ON caiu 2,79%, revertendo a alta do começo do dia, quando subiu 2,45% após balanço do segundo trimestre, com Ebitda ajustado recorde de mais de 8 bilhões de reais. A companhia espera um 2º semestre melhor e não descartou aquisições. No setor, USIMINAS PNA caiu 0,2% e GERDAU PN subiu 0,23%.

- CARREFOUR ON e ASSAÍ ON caíram 1,31% e 1,03%, nesta ordem, após divulgação dos balanços do segundo trimestre. No setor, GPA, que apresenta seu resultado após o fechamento, perdeu 0,67%.

- PETROBRAS PN valorizou-se 2,06%, favorecida pela alta dos preços do petróleo no exterior, com o Brent tendo acréscimo de 0,35%. Por aqui, o ministro do STF Alexandre de Moraes atendeu recurso da Petrobras e anulou a maior condenação trabalhista imposta à estatal.

- NATURA&CO ON perdeu 6,38%. O Bradesco BBI prevê forte crescimento nas vendas do segundo trimestre na comparação anual, mas com pressão em margens e declínio nas vendas na comparação trimestral. Também espera queda do Ebitda na base sequencial. A companhia divulga balanço em 12 de agosto.

- ARMAC ON disparou 33,37%, a 22,18 reais, em estreia na B3, após a locadora brasileira de equipamentos para agronegócio, mineração e infraestrutura precificar sua oferta inicial de ações no topo da faixa estimada mais cedo na semana, a 16,63 reais. Na máxima, chegou a 22,60 reais.

- TC ON saltou 32,63%, fechando na máxima da sessão, a 12,60 reais, também debutando na bolsa paulista, após a plataforma social para investidores fixar o IPO em 9,50 reais por papel, perto do piso da faixa estimada de 9 a 11,25 reais.

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