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Com aumento de casos de aglomeração, Central 1746 recebeu uma média de 389 denúncias por dia no último ano

Ludmilla de Lima e Felipe Grinberg
·1 minuto de leitura

RIO — Ao completar uma década em março, a Central 1746, que reúne 1.500 serviços da Prefeitura do Rio, vê uma nova onda de reclamações reinar no topo do ranking. Em um ano, de março do ano passado a março de 2021, as denúncias de aglomeração de pessoas passaram a liderar, com 142.129 chamados no total. O volume dá uma média de 389 por dia, ou uma queixa do tipo a cada quatro minutos. Com o agravamento da pandemia, os pedidos de verificação de desrespeito ao distanciamento social, uma das regras fundamentais contra a propagação da Covid-19, só aumentam: de fevereiro a março deste ano, esses chamados mais do que dobraram, fechando em 10.946 no mês passado, um aumento de 105%.

Hoje, pelos dados da Central 1746 (de janeiro a 16 de abril), os bairros mais preocupantes são Campo Grande, com 1.759 reclamações acumuladas; Barra, com 1.028; Copacabana, com 996; e Recreio, com 766. Na tarde de anteontem, equipes da Secretaria municipal de Ordem Pública (Seop) conseguiram impedir a realização de uma festa com estrutura para 500 pessoas na rua Professora Édna Côrte Silveira, no Recreio. Quando os fiscais chegaram, cerca de 50 pessoas já estavam na casa onde ocorreria o evento, que teria um show ao vivo. Ao todo, 3.774 itens, incluindo bebidas e comidas, foram apreendidos. O responsável pela festa foi multado por violação de medida sanitária.