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Com ajustes da pandemia, injeção de recursos na economia com 13º salário será menor

Alessandra Saraiva
·2 minuto de leitura

Medidas como suspensão temporária de contratos e redução de jornadas explicam a queda no total de recursos A economia deve receber impacto positivo de R$ 208,7 bilhões com pagamento de 13º salário no fim do ano, segundo estudo sobre o tema da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) anunciado há pouco. No entanto, o valor representa uma queda real - ajustada pela inflação - de 5,4% ante à injeção de recursos observada na atividade econômica em 2019 (R$ 216,2 bilhões). A suspensão temporária de contratos e redução de jornada esse ano, autorizadas pelo governo devido à pandemia, explicam a queda, informou a instituição. Ao detalhar o cálculo, a CNC informou que a pesquisa leva em consideração dados como massa salarial do contingente de trabalhadores formais da iniciativa privada, do setor público, empregados domésticos com carteira de trabalho assinada, além dos beneficiários dos Regimes Geral e Próprio da Previdência Social. De acordo com contas elaboradas pela entidade, o vencimento médio pago em 2020 ficou em R$ 2.192,71 - um recuo de 6,6% em comparação com o valor verificado em 2019 (R$ 2.347,55) Fabio Bentes, economista da CNC responsável pela pesquisa, comentou que o setor de serviços - maior empregador da economia e responsável por cerca de 70% do PIB -, foi o que registrou a maior adesão entre os contratos de suspensão e redução de jornada. No total de acordos realizados nesses dois sentidos, serviços respondeu por 48%, seguido por comércio (25%) e indústria (22%). “Em caso de suspensão do contrato de trabalho, o desconto no décimo terceiro salário será proporcional ao período não trabalhado. Quanto maior a suspensão do contrato de trabalho, maior será o desconto”, explica Bentes. Por sua vez, o presidente da CNC, José Roberto Tadros, citou a queda expressiva na atividade econômica e o avanço da informalidade, que também contribuíram para o resultado da pesquisa. A CNC informou ainda sobre impacto, do 13º salário, por regiões. De acordo com o estudo da entidade, do total de impacto positivo, os Estados de São Paulo (R$ 61,5 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 22,3 bilhões), Minas Gerais (R$ 20,2 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 14,9 bilhões) responderão por mais da metade (56,9%) da influência positiva do décimo terceiro salário, na economia do país. elluisx/Pixabay