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Com "ajudinha" de Round 6, pirataria aumenta 30% em todo o mundo

·2 min de leitura

Os grandes lançamentos e o sucesso inesperado de produções como Round 6 levaram a um aumento de 30% no consumo de conteúdos pirateados entre janeiro e setembro de 2021. No caso da série original da Netflix, a indisponibilidade regional foi o principal motivador da busca pelos meios alternativos, enquanto o levantamento realizado pela MUSO também cita a “fadiga de assinaturas”, com os usuários não desejando manter diferentes serviços e concentrando os pagamentos apenas em seus preferidos, mas ainda assim procurando formas de assistir a materiais de outras plataformas.

O levantamento da empresa de análise de mercado coloca o Brasil na 4ª colocação entre os países que mais acessam sites de disponibilização de conteúdos piratas. Por aqui, são mais de 2,45 bilhões de acessos registrados até setembro de 2021, um total bastante significativo, mas que também nos coloca bem atrás do top 3, formado pela China (3,3 bilhões), Rússia (3,7 bilhões) e Estados Unidos, que lidera com 7,4 bilhões.

Os chineses, aliás, estão sendo os principais responsáveis por tornarem Round 6 uma das séries mais pirateadas do momento. A obra, chamada de Squid Game na versão em inglês, não está disponível oficialmente no país e é citada diretamente pela Muso como a principal responsável pelo aumento no consumo global de materiais pirateados. Loki, do Disney+, aparece na segunda colocação de uma lista que também conta com o k-drama de ação The Veil e outros nomes ocidentais como The Morning Show e Ted Lasso, ambas do Apple TV+.

<em>Brasil aparece na quarta colocação entre os países que mais consomem conteúdo pirata; números ainda são distantes dos três primeiros lugares (Imagem: Divulgação/Muso)</em>
Brasil aparece na quarta colocação entre os países que mais consomem conteúdo pirata; números ainda são distantes dos três primeiros lugares (Imagem: Divulgação/Muso)

O levantamento aponta o aumento no consumo de pirataria como um foco de atenção. Afinal de contas, estamos falando de um momento de reabertura, com o total contrariando as estimativas dos especialistas, que enxergavam uma redução do crescimento registrado em 2020 e motivado, justamente, pelo isolamento social causado pelo coronavírus. Um exemplo da tal “fadiga de assinaturas” seria a participação ampla de séries disponíveis na plataforma da Apple, uma das mais recentes, de grande porte, a chegar ao mercado global.

Por mais que números desse tipo sempre sejam vistos com preocupação pelos estúdios e detentores de direitos autorais, a Muso cita o relatório como um farol de tendências. A empresa cita, por exemplo, o crescimento nas buscas por séries como o k-drama de ação The Veil, que a levaram à terceira colocação entre as mais baixadas de outubro, assim como um interesse global generalizado por produções da Coreia do Sul, como indicações para departamentos de marketing e plataformas de licenciamento internacional. Mais um sinal do efeito Round 6.

Fonte: Canaltech

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