Mercado fechará em 1 h

Com aeroportos vazios, free shops poderão doar alimentos

Marcus Couto
·1 minuto de leitura
Baixo movimento nos aeroportos motivou decisão da Receita. (Foto: ALFREDO ESTRELLA/AFP via Getty Images)
Baixo movimento nos aeroportos motivou decisão da Receita. (Foto: ALFREDO ESTRELLA/AFP via Getty Images)

O baixo movimento em aeroportos internacionais de todo o Brasil, causado pela pandemia do coronavírus, levou a uma decisão inusitada da Receita Federal. Os free shops, ou lojas de zona franca de aeroportos, onde se vendem alimentos, eletrônicos e itens de vestuário para viajantes em trânsito, poderão doar alimentos perecíveis que não serão vendidos.

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Com o movimento fraco nos aeroportos, a demanda pelos free shops despencou. Assim, está havendo um acúmulo de alimentos, todos com data de validade.

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A novidade será possível graças a uma mudança nas regras, causada pela excepcionalidade do caso. Antes, para não pagar imposto, havia apenas um destino possível para a mercadoria: a destruição.

Com uma nova regra, publicada nesta quinta-feira (9) no Diário Oficial, as lojas poderão repassar os alimentos em risco para a própria Receita Federal, que ficará responsável por seu redirecionamento a entidades sem fins lucrativos ou a órgãos públicos.

Em nota obtida pelo G1, a Receita explica a situação: "Considerando que estamos diante de uma crise mundial sem precedentes, que tem gerado desemprego e fome, não seria razoável que toneladas de bens perecíveis fossem destruídos nesse momento de forte vulnerabilidade social”.

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