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Com acordo de US$ 26 bi, processo por opioides nos EUA entra em nova fase

·2 minuto de leitura
Agravada pela pandemia, crise dos opioides matou mais de meio milhão de pessoas nos EUA (AFP/Eric BARADAT)

Quatro empresas farmacêuticas disseram ter recebido apoio suficiente de estados americanos para avançar para a próxima fase de um acordo de US$ 26 bilhões sobre milhares de ações judiciais relacionadas com a epidemia de opioides.

Agravada pela pandemia do coronavírus, a crise dos opioides matou mais de meio milhão de pessoas nos Estados Unidos.

Em um comunicado conjunto, as distribuidoras de medicamentos AmerisourceBergen, Cardinal Health e McKesson disseram terem recebido sinal verde de 42 dos 50 estados, assim como da capital, Washington, D.C., e de cinco territórios da União.

Em julho, a gigante farmacêutica Johnson & Johnson já havia anunciado que pagará US$ 5 bilhões para resolver ações judiciais no mesmo caso, lembrou, em um comunicado em separado, no qual também disse estar disposta a seguir adiante.

"Este acordo não é uma admissão de responsabilidade, ou de irregularidade, e a empresa continuará se defendendo de qualquer litígio que o acordo final não resolva", declarou a J&.

Em junho, a empresa informou o abandono da fabricação de analgésicos opioides.

O acordo proposto espera pôr fim a quase 4.000 ações judiciais movidas por dezenas de governos estaduais e locais.

De acordo com os termos, o pagamento de US$ 26 bilhões, que financiará programas de reabilitação, depende do número de estados que aprovarem o texto. Cada estado que o assina tem até 2 de janeiro de 2022 para perguntar aos seus respectivos governos locais, se querem fazer parte do acordo.

Se as condições forem cumpridas, o acordo entrará em vigor "60 dias depois que as distribuidoras determinarem que há participação suficiente para prosseguir".

Será o acordo mais importante na complexa batalha legal de estados e comunidades para responsabilizar gigantes deste setor.

Em outro caso, um juiz dos EUA aprovou, na quarta-feira, um plano de falência proposto pela Purdue. A empresa é acusada de contribuir para a crise dos opioides, ao promover, agressivamente, seu medicamento OxyContin. Seus proprietários, a família Sackler, vão pagar US$ 4,5 bilhões aos afetados em troca de imunidade.

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