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Comércio, salões e academias abrem hoje em Niterói

Giovanni Mourão
·3 minuto de leitura

NITERÓI — Após 24 dias de restrições devido à piora nos indicadores de controle da pandemia, a cidade passa a ter parte de suas atividades e serviços flexibilizada esta semana. Em decreto publicado sábado, o prefeito Axel Grael determina que, a partir de hoje, voltam a funcionar o comércio de rua, shoppings, academias, cafeterias e salões de beleza. Atividades físicas individuais e coletivas ao ar livre, inclusive em praias, já podem ser retomadas. Também a partir desta segunda-feira, a liberação para aulas presenciais, até então permitidas somente para a educação infantil, se estendem para as três primeiras séries do ensino fundamental I.

Restaurantes à la carte e lanchonetes voltaram a atender presencialmente na quinta-feira passada e continuam com a permissão. Bancas de jornal retomam o serviço a partir de amanhã. Clubes reabrem na quarta-feira; e teatros, cinemas, museus, galerias e similares, na quinta.

Bares, quiosques, restaurantes com serviço de bufê e casas de festas só poderão abrir quando a cidade retornar ao Amarelo 2. Casas noturnas, por sua vez, só têm previsão de reabertura no Amarelo 1.

Em live transmitida semana passada pelas redes sociais, o prefeito informou que, em três dias, o indicador síntese (pontuação que mede a gravidade da pandemia) caiu de 11 pontos para 10,5. Se a cidade conseguir reduzir o índice para menos de 10, as regras de restrição evoluem do atual estágio Laranja (Atenção Máxima) para o Amarelo 2 (Alerta Máximo), que permite ainda mais flexibilizações.

— Em março, verificamos grande demanda de internações e precisamos tomar essas medidas restritivas. A cidade chegou a um indicador síntese de 12,88, mas conseguimos reverter essa curva. Na educação, turmas do 4º e 5º anos do fundamental retornam no próximo dia 26; e o fundamental II, em 3 de maio. Os ensinos médio e superior só voltam com no Amarelo 2— informou Grael.

Presidente do Sindicato das Escolas Particulares do Estado do Rio (Sinepe-RJ), Luiz Henrique Mansur diz que, apesar de o prefeito ter divulgado um calendário, o setor não consegue se planejar a médio e longo prazos.

— Pedimos que retornasse, pelo menos, todo o primeiro segmento, mas dividiram em etapas. Esperamos que o calendário se mantenha porque, da outra vez, todo o fundamental retornaria dia 12, e isso não aconteceu. Temos batido na tecla de que a educação deve ser vista como prioridade, que as escolas devem ser as últimas a fechar e as primeiras a abrir — opina Mansur.

Mortes: alta de 72%

Até o último dia 15, Niterói acumulava 33.122 casos confirmados de Covid-19. Na sexta-feira, a taxa de ocupação de leitos de UTI, públicos e privados, estava em 77,3%. Nos leitos de enfermaria, a taxa era de 59,9%.

Entre os dias 17 de março (quando foi confirmada a primeira vítima fatal de Covid na cidade) e 31 de dezembro de 2020, 621 óbitos tinham sido registrados pela doença. Já entre 1º de janeiro e 15 de abril de 2021, 396 pessoas morreram vítimas do vírus na cidade: 39% do total de 1.015 óbitos, segundo a Fundação Municipal de Saúde (FMS). Isso significa que a média diária de mortes na cidade subiu de 2,14 no ano passado para 3,68 em 2021, um aumento de 72%. De acordo com FMS, a alta de infecções e, consequentemente, de internações este ano é indício da circulação da variante P1, de Manaus, na cidade.

Os dados da FMS, contudo, divergem dos da Secretaria Estadual de Saúde, que contabilizava, até o dia 15, 1.373 mortes por Covid na cidade, elevando a letalidade de 3,1 para 4,2%.

A FMS esclarece que a divergência ocorre porque exclui nomes duplicados e contabiliza apenas pacientes que moram em Niterói, uma vez que os de municípios vizinhos procuram auxílio médico em Niterói devido à maior rede hospitalar da cidade.

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